Notícias

13/10/2014 - 15:42

CFP vai ampliar Comissão na área de emergências e desastres

Reunião deu continuidade ao primeiro encontro, em Belo Horizonte, no qual houve uma exposição do Planejamento Estratégico da Autarquia para o tema

A Comissão de Emergências e Desastres do Conselho Federal de Psicologia (CFP) realizou reunião no dia 2 de outubro, na sede da Autarquia, para discutir encaminhamentos na formação de um grupo maior e com representantes em todas as regiões do País para acompanhar as ações de prevenção de desastres.  A comissão é representada pelas psicólogas Ionara Rabelo e Eliana Torga.

A reunião deu continuidade ao primeiro encontro, que aconteceu em Belo Horizonte, no qual o vice-presidente do CFP, Rogério Oliveira, fez uma exposição do Planejamento Estratégico da Autarquia, sobre o tópico “Emergências e Desastres”.

Eliana Torga destacou a importância do CFP em continuar o processo e encaminhamento de ações para a inserção do (a) psicólogo (a) nesse espaço, que, segundo ela, é importante e atual. “Eu acho que é um campo muito importante e do qual o psicólogo se precisa apropriar, no trabalho de prevenção, respostas, e cuidado na saúde do sujeito”, ressaltou.

Ionara Rabelo explicou que o foco da comissão, agora, é retomar e construir novas relações intersetoriais, principalmente com os municípios mais afetados por desastres. “A gente precisa verificar como esses municípios estão agindo e articular ações com os psicólogos que estão nesses municípios, para que a percepção de risco e a noção de desastre possam ser visibilizadas pelos profissionais da Psicologia”, esclareceu. 

Mapeamento 

Ionara destacou que, nessa reunião, foi feito um mapeamento, a partir de um levantamento de municípios pela Gerência de Relações Institucionais do CFP. Segundo ela, a definição de quais serão os municípios vai depender da formação de um grupo técnico amplo a ser montado pela Autarquia em breve. “Depois de montado, esse grupo técnico irá regionalizar e chegar por município. Serão várias etapas. A ideia é trabalhar a partir do contexto de cada região; tem regiões que são completamente diferentes, os desastres, as comunidades, e a percepção de risco de cada uma. Então a ideia, literalmente, é interiorizar essa discussão e focalizá-la nos municípios”, reforçou.​

Ionara Rabelo e Eliana Torga com assessoria técnica

Ionara Rabelo e Eliana Torga com assessoria técnica