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I Jornada GAAPCC – Por que é tão difícil mudar?

Trata-se de um Worshop com or Professor Carlo Diclemente da University of Maryland. O objetivo do Workshop é apresentar o Modelo Transteórico de Mudança (MTT) de comportamento e sua aplicação em saúde pública. O MTT é um modelo de tratamento para auxiliar pessoas a modificarem comportamentos considerados refratários em saúde tais como o uso de tabaco, álcool e outras drogas. Neste contexto o MTT já demonstra consideráveis evidências científicas de efetividade e é difundido no mundo todo, inclusive no Brasil por meio de Cartilhas do INCA e de módulos do programa SUPERA. O MTT pode ser utilizado para auxiliar em outras mudanças comportamentais tais como adesão a exercício físico, dietas e a outros comportamentos em saúde. O que torna este tratamento eficaz é seu caráter motivacional por meio do qual profissional de saúde auxiliam pessoas a como mudar comportamentos por meio do trabalho com os processos de mudança, tomada de decisão para mudança e autoeficácia. Os estágios de mudança também são um poderoso recurso para compreender a postura que as pessoas tem frente aos desafios de fazer diferente e podem auxiliar o profissional de saúde a tomar a conduta adequada com base na prontidão de mudança de cada sujeito. Considerando estes aspectos teóricos, o Workshop terá como premissa oferecer técnicas de aplicação do modelo em saúde pública para potencializar esta como uma ferramenta eficaz na obtenção de resultados satisfatórios em prevenção primária e secundária.

CEP ¬ Colóquio em Homenagem a Manoel Tosta Berlinck, coordenação Ernesto Duvidovich

Caiu, mas até o último minuto estava em pé, trabalhando. Impossível entendê-lo sem se dar conta que era Sociólogo. Nunca abandonou a vocação de entender a realidade brasileira. Sua formação em uma Ciência Social dura foi decisiva para o modo como entendia o ser humano e a própria Psicanálise. Não sei exatamente o que aconteceu. Sei que começou uma análise pessoal decisiva, com uma virada profunda, que só o divã poderia explicar. Uma virada que o transformou em analista. Lia muito. O seu oficio era ajudar a criar intelectuais. Odiava a repetição de ideias. Queria muito pesquisar e criar. Ensinou inúmeros alunos a pensar na primeira pessoa, sem medo de errar. Autorizava a autoria. Lutou para colocar a Psicanálise brasileira dentro da Universidade. Era generoso, ajudava os outros a crescer e a publicar. Tinha um notável senso de oportunidade, tendo se tornado um empreendedor do pensamento, criando instituições e uma rede de pessoas com imaginação. Rigor e discreta paixão – talvez assim possamos falar de seu esforço vital. Sonhou até o fim os seus sonhos. A morte de Manoel deixa muitos órfãos: alunos, pesquisadores, pacientes, parentes e muitos amigos. Deixa uma lacuna difícil de preencher. Há repercussão por toda parte, lamentando sua morte. Se você está cansado da repetição de pensamentos e atos, talvez o estudo da vida e obra de Manoel Berlinck possa aliviar o seu cansaço

CEP ¬ Colóquio em Homenagem a Manoel Tosta Berlinck, coordenação Ernesto Duvidovich

Caiu, mas até o último minuto estava em pé, trabalhando. Impossível entendê-lo sem se dar conta que era Sociólogo. Nunca abandonou a vocação de entender a realidade brasileira. Sua formação em uma Ciência Social dura foi decisiva para o modo como entendia o ser humano e a própria Psicanálise. Não sei exatamente o que aconteceu. Sei que começou uma análise pessoal decisiva, com uma virada profunda, que só o divã poderia explicar. Uma virada que o transformou em analista. Lia muito. O seu oficio era ajudar a criar intelectuais. Odiava a repetição de ideias. Queria muito pesquisar e criar. Ensinou inúmeros alunos a pensar na primeira pessoa, sem medo de errar. Autorizava a autoria. Lutou para colocar a Psicanálise brasileira dentro da Universidade. Era generoso, ajudava os outros a crescer e a publicar. Tinha um notável senso de oportunidade, tendo se tornado um empreendedor do pensamento, criando instituições e uma rede de pessoas com imaginação. Rigor e discreta paixão – talvez assim possamos falar de seu esforço vital. Sonhou até o fim os seus sonhos. A morte de Manoel deixa muitos órfãos: alunos, pesquisadores, pacientes, parentes e muitos amigos. Deixa uma lacuna difícil de preencher. Há repercussão por toda parte, lamentando sua morte. Se você está cansado da repetição de pensamentos e atos, talvez o estudo da vida e obra de Manoel Berlinck possa aliviar o seu cansaço

CEP ¬ Colóquio em Homenagem a Manoel Tosta Berlinck, coordenação Ernesto Duvidovich

Caiu, mas até o último minuto estava em pé, trabalhando. Impossível entendê-lo sem se dar conta que era Sociólogo. Nunca abandonou a vocação de entender a realidade brasileira. Sua formação em uma Ciência Social dura foi decisiva para o modo como entendia o ser humano e a própria Psicanálise. Não sei exatamente o que aconteceu. Sei que começou uma análise pessoal decisiva, com uma virada profunda, que só o divã poderia explicar. Uma virada que o transformou em analista. Lia muito. O seu oficio era ajudar a criar intelectuais. Odiava a repetição de ideias. Queria muito pesquisar e criar. Ensinou inúmeros alunos a pensar na primeira pessoa, sem medo de errar. Autorizava a autoria. Lutou para colocar a Psicanálise brasileira dentro da Universidade. Era generoso, ajudava os outros a crescer e a publicar. Tinha um notável senso de oportunidade, tendo se tornado um empreendedor do pensamento, criando instituições e uma rede de pessoas com imaginação. Rigor e discreta paixão – talvez assim possamos falar de seu esforço vital. Sonhou até o fim os seus sonhos. A morte de Manoel deixa muitos órfãos: alunos, pesquisadores, pacientes, parentes e muitos amigos. Deixa uma lacuna difícil de preencher. Há repercussão por toda parte, lamentando sua morte. Se você está cansado da repetição de pensamentos e atos, talvez o estudo da vida e obra de Manoel Berlinck possa aliviar o seu cansaço