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20/07/2016 - 12:37

Psicólogas (os) podem opinar em consulta sobre projeto de lei que retira atribuições da profissão

CFP é contra o chamado “novo Ato Médico”, que amplia a lista de práticas privativas da Medicina e restringe o exercício das demais profissões da Saúde

Está em consulta pública, no site do Senado Federal, o projeto conhecido como “novo Ato Médico”, que altera a Lei 12.842/2013, também chamada de Lei do Ato Médico. O Conselho Federal de Psicologia (CFP) é contra a proposta, que amplia o alcance das práticas privativas da Medicina e restringe, assim, as prerrogativas legais do exercício das demais profissões regulamentadas na área de Saúde.

O Projeto de Lei do Senado (PLS) 350/2014, de autoria da senadora Lúcia Vânia (PSB-GO), inclui entre as práticas exclusivas dos médicos “formulação do diagnóstico nosológico e respectiva prescrição terapêutica”, ou seja, a identificação de doenças e a indicação do tratamento. Outra atividade restrita à categoria seria a direção de serviços médicos (hospitais e afins).

“O texto tenta retomar os dispositivos que foram derrubados pela mobilização da sociedade civil no passado recente – os pontos que foram alvo de veto da presidenta Dilma Rousseff, mantido pelo Congresso Nacional”, critica o conselheiro do CFP Rogério Oliveira. “A aprovação criaria duas castas de profissionais de saúde, num claro retrocesso em relação ao diálogo entre saberes que sustenta o Sistema Único de Saúde e quanto à autonomia de ciências e profissões plenamente reconhecidas no mundo todo, entre elas a Psicologia.”

O Conselho Nacional de Saúde (CNS), do qual o CFP participa, recomendou aos senadores a rejeição do Projeto. Segundo o presidente do Conselho, Ronald Santos – que oficializou posição nesse sentido ad referendum do plenário do colegiado – a proposta atenta contra a saúde pública. “O PLS vai contra a ideia de equipes multiprofissionais e das práticas integrativas, modelo preconizado pelo SUS”, afirmou (leia mais).

A Frente dos Conselhos Profissionais da Área da Saúde (FCPAS), também integrada pela autarquia da Psicologia, tem se reunido para construir estratégias contra a atual proposta.

Acesse a consulta pública.

Texto alterado para correção de informação (o partido da senadora Lúcia Vânia)

Comentários

127 comentários

Pior, que retomar o texto retira as atividades privativas do psicólogo, e as compartilha com os médicos, assim como as de outros profissionais.

Conforme o proposto no parágrafo 8º do art. 4º, e abaixo registrado:

“§8º Não são privativos do médico os diagnósticos funcional, cinésio-funcional, psicológico, nutricional e ambiental, e as avaliações comportamental e das capacidades mental, sensorial e perceptocognitiva.”

A redação da lei é

“ § 7o O disposto neste artigo será aplicado de forma que sejam resguardadas as competências próprias das profissões de assistente social, biólogo, biomédico, enfermeiro, farmacêutico, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, nutricionista, profissional de educação física, psicólogo, terapeuta ocupacional e técnico e tecnólogo de radiologia.

A mudança nos prejudica, e muito.

Ricardo Santana - 20/07/2016 17:22

O projeto define o que é doença? Ou vai simplesmente considerar o CID?

Além do CFP, consultem o COFFITO.
http://coffito.gov.br/nsite/?p=4786

A orientação é para votar contra.

Joelma Romão - 20/07/2016 20:05

Um absurdo este retrocesso!!!

Iranilma Faria - 20/07/2016 20:13

Não ao novo ato médico.

Carmen Ackerler Fuga - 20/07/2016 20:52

Nós , psicólogos , estudamos durante cinco anos , mais dois de especialização , focado tão somente nós aspectos emocionais . Que formação tem um médico para determinar as doenças psi ? Quantos anos um médico estuda tais doenças ? Nem mesmo um psiquiatra estuda tanto a mente ( psiquê ) , quanto os psicólogos . Sou contra o ato médico .

Sugerida Nogueira Vidal - 20/07/2016 20:55

Contra.

Sugerida Nogueira Vidal - 20/07/2016 20:55

Contra

Carmen Ackerler Fuga - 20/07/2016 20:56

Quanto tempo um médico estuda a mente ( psiquê) ? Nós psicólogos estudamos cinco anos e mais no mínimo dois anos de especialização em uma área específica . Nem mesmo um psiquiatra estuda tanto as emoções do ser humano , quanto nós . Sou contra a aprovação do ato médico .

Não ao ato médico.

Não a esse absurdo.

Por restringer, assim, as prerrogativas legais do exercício das demais profissões.

MARINA AGRA SANTIAGO - 21/07/2016 0:21

Rejeitem o Ato Médico!

Rodrigo Henrique Antunes Silva Marques - 21/07/2016 5:59

Isso não existe estão achando que médico é Deus, nossa saúde já eh uma merda os médicos que existem hoje não estão dando conta de cuidar da nossa saúde vai dar conta de tds as profissões?
Custam fazer uma pós para se especializaram em uma área, como vão se especializar em tds as outras áreas como por exemplo psicologia e fisioterapia?
Sem contar que vai ter que ir no médico pra fazer tatuagem, piercing, acupuntura, tomar injeção, fazer uma limpeza de pele etc..
Mais uma vez não conseguem cuidar nem da nossa saúde, vão conseguir cuidar das nossas vidas ?

Ronaldo Gomes - 21/07/2016 8:29

Segue a matéria que. comentei.

Vanessa - 21/07/2016 9:14

Não ao ato médico!

JAMILLE QELEM DOS SANTOS BONFIM - 21/07/2016 9:26

Contra a lei

Adriana da Silva Moreira de Sousa - 21/07/2016 11:35

Acho injusto atribuir muito autonomia para os medicos, pois as outras profissões tem muito a contribuir com a saúde.

Letícia - 21/07/2016 12:11

A Deputada Lucia Vânia é do PSB (Partido Socialista Brasileiro), e não PSDB como consta na informação!

Olá, Letícia!
Agradecemos a informação, já corrigimos.

Cristiane Mota - 21/07/2016 13:22

Um verdadeiro absurdo o que querem fazer com a psicologia. Ficaremos a mercê de uma única classe de profissionais q se dizem capaz de curar todas as doenças.

FABIANA SOARES NORITOMI - 21/07/2016 13:29

Um retrocesso à saude geral e quem sofre é a população.

Sandro César Silvério da Costa - 21/07/2016 13:48

O Conselho Federal de Psicologia deveria expor essa senadora a todos os profissionais da Psicologia, atitude esta que deveria ser tomada também por outros conselhos de classe: Fisioterapeutas, Enfermeiros e todos os profissionais da área de saude. Além disso, parece um circo de palhaços o Congresso, por reanalisar o mesmo projeto ESPÚRIO que apenas trocou o nome para “NOVO” ato médico.

Christina Maria Stroparo - 21/07/2016 14:26

Contra o ato médico

Letícia Domingues zappelini - 21/07/2016 15:53

Boa tarde!
Sou a favor da autonomia de todas as profissões e que sejam exercidas de maneira justa, ética e construtiva.
Respeitosamente, Letícia.

Raquel Gandelsman - 21/07/2016 19:24

Absurdo e burro. Este projeto desconhece todo o arcabouço científico mais recente que legitima as distintas práticas em saúde e a redefine com a noção ampla de estado de bem-estar que o estudo da medicina não consegue abranger e jamais daria conta de responder isoladamente ou sem dialogar de forma igualitária com os outros conhecimentos
e práticas. Abaixo o velho poder médico e viva as/os novas/os médicas/os que estão se formando nas novas universidades! Viva a democracia e a equidade!!

Rosi Gladys Guitarrari - 21/07/2016 19:25

Sou CONTRA o Novo Ato Médico

clauder da silva peres - 21/07/2016 19:27

Manifesto meu repúdio ao Novo Ato Médico, considerando-o ilegitima tal inserção e pleno retrocesso ao direito de exercício das demais profissões. Devendo, portanto, ser considerado, inconstitucional, retrograda e déspota tal medida e alteração. Leva em consideração o esmagamento de profissões legitimadas mediante a sustentação de poder a uma classe que é. Mantida como plena detentora do saber no que tange a saúde.

FERNANDO - 21/07/2016 19:40

Este Projeto deveria ser chamado de NOVO ABSURDO!

Fabrício Nunes de Moura Araújo - 21/07/2016 19:56

Se aprovado este absurdo, configuraria uma afronta ao direito do profissional de Psicologia em exercer sua profissão. Quem conhece de Psicologia é o psicólogo e não o médico. Quem sugere se o paciente necessita ou não de acompanhamento psicológico somos nós, catedráticos na matéria.

Alberto José de Camargo - 21/07/2016 19:58

A especificidade do fenômeno psicológico, sua complexidade bio psico social e as subjetividades daí decorrentes descaracterizam-no como mero objeto ou assunto exclusivo da bio medicina. A Psicologia é uma ciência e tem um histórico rico a respaldar suas teorias e condutas.

Bruna Sthefani da Silva - 21/07/2016 20:16

Sou contra o novo ato médico

Bruna Sthefani da Silva - 21/07/2016 20:16

Sou contra o novo ato médico !

cesar volpe - 21/07/2016 20:42

Nem mesmo se os médicos fossem bem preparados para o exercício da sua profissão as ciências terapêuticas poderiam estar submetidas à medicina objetiva: seria um desserviço a um país carente, além de uma afronta ao que entendemos por conhecimento.

Iris Costa - 21/07/2016 20:43

A aprovação do projeto “ato médico” é um atentado as garantias de outras categorias profissionais. Vote não a aprovação deste projeto.

Leila Cruz - 21/07/2016 20:44

Aprovar este projeto nomeado ” novo Ato médico” é de fato, assinar um retrocesso quanto a direitos reconhecidos aos demais profissionais que compõe uma equipe multiprofissional. Mais uma vez, uma tentativa de favorecer e dar poder ao profissional médico, desvalorizando a competência e o papel tão importante quanto dos demais profissionais.

Nanci da Mota Costa Bittencourt - 21/07/2016 20:54

Sou CONTRA a PLS 350/14 da Senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO).
Sou contra o Ato Médico.
A favor da Psicologia e do SUS.

Wania Rosani Nobrega Pedroso - 21/07/2016 20:56

Sou contra o Ato Médico ,pois fere os direitos de outros profissionais da área da saúde.Um retrocesso de nossas conquistas ao longo dos anos.

Alfredo Tuvo Neto - 21/07/2016 21:00

O Ato Médico é um retrocesso á Saúde Pública, e ao avanço do tTrabalho Multidisciplinar, reconhecido e praticado em quase todos os países do mundo inteiro. Com a evolução e aprimoramento das especialidades em saúde, o Trabalho Multidisciplinar implica que a Utilização Multidisciplinar é reconhecida principalmente pelo conhecimento único e específico, dominado por cada área, como Psicologia, Fisioterapia, Odontologia, Terapia Ocupacional, Educação Física, Nutrição, e demais atividades. Impossível o médico dominar o saber de outras áreas, se não domina a sua própria área, como Oftalmologia, Ortopedia, Neurocirurgia, Gastroenterologia, Urologia, etc. Quando você quebra a bacia, uma uma fratura na coluna, procura um urologista? Mas ele é medico?! Imagine em outras áreas!!! Não ao Ato Médico. “Cada macaco no seu galho”!

Regina Pimentel - 21/07/2016 21:11

O que espanta é que a senadora Lúcia Vânia do Estado de Goiás tem uma irmã, psícóloga: Mariza.
O que será que a irmã tem a dizer disto?

André Samuel Strassburger - 21/07/2016 21:32

Criar ainda mais discrepâncias entre as diferentes áreas de profissionais de saúde é algo contraproducente e minimiza o conhecimento específico que não-médicos possuem.

JOSE Maria Do Nascimento Falcao - 21/07/2016 21:43

Sou contra o novo ato médico

Silvia Spertino Chagas - 21/07/2016 21:58

Sou contra o chamado novo Ato Medico

jose de lima silva - 21/07/2016 22:09

consuta publica, o que vale é a democracia ,consulte os cidadaos!

KAIRON PEREIRA DE ARAUJO SOUSA - 21/07/2016 22:30

Nossos representantes políticos, um grande número, são sujeitos desprovidos de conhecimento científico, por isso são alienados, presos em ideologias e também pelo jugo capitalista. Todos sabemos que a hegemonia médica já vem sendo superada a décadas. Tal categoria monopolizou o setor e pouco contribuiu para a melhoria da saúde das populações mais desfavorecidas, uma vez que, boa parte, esteve à serviço do capital, de uma indústria que criou uma cadeia, onde a prática preventiva foi relegada a terceiro ou a quarto plano. Ora, a cultura do adoecimento, obviamente, é lucrativa. Então, como prevenir para eliminar o imenso lucro. Quem ler Michel Foucault, sabe bem o que quero dizer. Ademais, no tocante a parte da psicopatologia, não cometeria erro ao afirmar que nós psicólogos tentamos mais habilidades de diagnosticar do que nossos colegas médicos (fazendo uma análise detalhada do caso, escuta qualificada, sem nos deixarmos dominar pela impulsividade do diagnóstico às pressas. Somos bem treinados na academia para isso. Outrossim, seria mais interessante que se propusessem à discutir a possibilidade de nós, psicólogos, podermos prescrever medicação, quando necessária. Ora temos conhecimento de psicofarmacologia, qual a diferença para os médicos psiquiatras? O que eles fazem a mais? Apenas medicar? E sabemos que as alterações neuroquímicas são ocasionadas por modificações no ambiente, que afetam o sujeito, provocando perturbações psicológicas. Veja um exemplo: na depressão, quando o psicólogo reorganiza a cognição destes sujeitos, ele além de superar aquela crise, estará preparado para lidar com outros contextos similares, o medicamento, é útil, mas não ensina nada, ou seja, não prepara o sujeito para lidar funcionalmente com as situações estressoras que emergem cotidianamente e que podem leva-lo novamente ao adoecimento. Acredito que esse exposto já coloca os pingos no i.)
Contudo, fico triste ao perceber, que nós profissionais que detemos conhecimento técnico-científico e temos fundamentação para não sermos ludibriados por uma burguesia que impõe sua dominação (patrocinando políticos alienados, para fazer deles instrumentos de imposição, com projetos absurdos), estejamos alheio à política, deixando os leigos assumirem cargos importantes, tomando decisões que afetam a todos, mesmo sem ter conhecimento suficiente para tal. Precisamos nos candidatar, e tentarmos modificar esse quadro atroz. Quando assisto a TV senado ou da câmara dos deputados, sinto um profundo desânimo, ao verificar que caras , na sua maioria velhos (não idosos, pois são velhos de ideias, de criatividade, etc.), ostentando luxo. Estes pouco podem fazer para melhorar o país, pois os coitados são leigos, não sabem o que é alienação ou ideologia, são dominados. Agem, quase que como os animais, ou seja, por instinto. Psicólogos, não dá mais para ficarmos vendo a categoria sendo massacrada, precisamos tomar atitudes, a começar pelos conselhos regionais. Aqui, no PI, os caras dizem que estão descentralizando as ações, mas na verdade, o interior do estado está desassistido, eles usam os e-mails apenas para divulgar cursos, de empresas vinculadas ao CRP. Deveriam responder aos pedidos dos profissionais que procuram auxílio do Conselho quando sofrem atos de violação.
A psicologia é linda, tendo um referencial teórico capaz de contribuir, com a sociedade, em vários contextos, sendo assim, não podemos aceitar que ela continue à margem. Vejam, quem domina o país são duas casses profissionais: o pessoal da área de direito e os médicos. Precisamos nos organizar para impormos respeito a nossa ciência, não dá para ficar brincando. Queria dispor de espaço e tempo para lhes mostrar os motivos pelos quais o senado ou a câmara dos deputados não leva a categoria dos psicólogos muito a sério, inclusive dificultando aprovação de leis importantes para a classe. O problema é que não tenho a mídia de massa para fazer isso, ou seja, para desalienar muitos dos nossos profissionais. Vamos alimentar a utopia de que dias melhores viram para a psicologia no Brasil.

Marcos Rodrigues Alves - 21/07/2016 22:37

Fica claro para qualquer pessoa consciente e responsável que não pode haver hegemonia da parte sobre o todo. Portanto, não cabe a nenhum saber consciente, ou técnico – profissional pretender estabelecer arbitrio sobre um saber paralelo que lhe pode ser parceiro, mas nunca subserviente. Consciencia e respeito a dignidade das profissões afins é o que a sociedade exige de qualquer codigo profissional. Não ao arbitrio insano e abusivo. Não a megalomania travestida de cuidado profissional! Respeito! Apenas isso!

Contra o Ato Médico!!!!!

Eduarda Silveira Muniz - 21/07/2016 23:34

Jayme p Willemam - 22/07/2016 0:16

Se a profissão médica é capaz de contemplar todos os saberes, esses profissionais não necessitariam de especializarem, eles poderiam fazer tudo. Cirurgia neurológica, ortopedia, ginecologia, radiologia, oncologia, etc. eles não dão conta da sua própria ciência, querem dar conta das demais ciências? É uma hipocrisia.

Vanessa Oliveira Alminhana - 22/07/2016 0:55

Sou totalmente contra um projeto de lei restritivo como esse. Um pleno absurdo.

Henrique - 22/07/2016 2:24

como se o endeusamento dos médicos ja não fosse grande suficiente, agora mais essa… os parlamentares não pensam antes de propor as alterações e projetos não? existe uma gama infinita de profissionais da saúde, inclusive EU, que vão sair prejudicados por que um punhado de pessoas pensa que um médico tem uma autoridade quase divina sobre a vida dos pacientes…

Ana Melissa Yule Rosas - 22/07/2016 2:31

Sou absolutamente contra esse PL que tira dos profissionais de saúde não médicos, direitos adquiridos na formação.

Anamalia T Ribas - 22/07/2016 3:08

Olá. Tenho 16 anos de prática clínica em consultório. E sou constantemente atravessada por pacientes que chegam ao consultório com erros graves de avaliação psiquiátrica e de diagnóstico. É revoltante perceber a arrogância, a falta de cuidado e a necessidade notória de alguns profissionais da Medicina em fazer uso de forma indiscriminada e antecipada de medicamentos. Aspectos que muitas vezes trazem um prejuizo para o resto da vida dos pacientes. E continuam tentando chamar estas práticas coercitivas de ciência. Isto é vergonhoso e sinal de muita prepotência, com certeza ensinada já nos bancos das universidades de Medicina de nosso país.

Maria das Neves - 22/07/2016 5:29

Esta repeitávelSenhora Senadora, deveria pesquisar mais sobre a importancia da psicologia e o quanto a sociedade precisa de atenção principalmente num momento tão difícil que passa pelo mundo todo.
Vamos a luta temos que mostrar a importancia de nossa ciencia1

Maria das Neves - 22/07/2016 5:30

Sou contra o Projeto.

Carlos Alberto Pedro - 22/07/2016 5:36

Este projeto de lei atende a ideário reacionário, cujo retrocesso fará da figura do psicologo mero informante ao medico, quando de consultas clinicas. Nao apoio e como psicologo judiciário em atuação na Vara da Infância perder-se-á o sentido protetor e cuidador do ECA, posto que as equipes integradas e multiprofissionais que integram Creas Caps corroboram para efetivos modos de cuidados para crianças e adolescentes em risco.

Maria do Socorro Silva de Mello - 22/07/2016 7:37

Sou totalmente contra

Gardenia Andrade - 22/07/2016 8:05

É um retrocesso na história do nosso país porque não dizer absurda essa posição do ato médico…

Maria Aparecida Jeha - 22/07/2016 8:42

Este ato médico não visa o o bem estar humano e sim outros interesses.
Todos temos assistido através da mídia como são inúmeros os casos de maus atendimentos médicos. Talvez por muito acreditarem no saber pelo título.
Nenhuma formação merece ser tratada com desprezo. Todo conhecimento na área da saúde deveria agregar e não dividir classes.

Lílian Motta Gomes - 22/07/2016 8:49

A proposta apresentada por esse projeto “Ato Médico”representa um retrocesso na área da saúde.

dermeval correa de andrade - 22/07/2016 9:04

O” novo” ato médico não tem nada de novo, é a velha tentativa ditatorial de domínio de mercado profissional apresentada no então projeto Julianelli na época da ditadura militar. Além de um retrocesso civilizatório, trata-se do avanço da onipotência profissional médica sobre a inteligência Multidisciplinar.

THALES SIQUEIRA DE CARVALHO - 22/07/2016 9:07

Ato Médico é um retrocesso na evolução das políticas públicas de saúde, além de ser uma estratégia em busca de um monopólio dos pacientes, ou seja, uma reserva de mercado perversa que exclui os outros profissionais da saúde de suas autonomias de saberes e competências.

Vera Lucia Biscuola - 22/07/2016 9:28

Acredito que este PL já se estende há algum tempo, ocupando espaço e tempo para assuntos de extrema necessidade para nosso país. Entendo que o “Ato Médico” é a monopolização da saúde em um país carente do mesmo, e segregar uma nação a doença e não a saúde. Todas as ciências são importantes para a formação do individuo, para saúde física e mental, se assim não fossem, não seriam ciência. Simples

Genesis sobrosa - 22/07/2016 9:41

Esse novo ato é pior é outro abuso de poder. Cada especialidade estudou e estuda o que lhe diz respeito de suas atividades profissionais. E a medicina como sempre querendo dominiar os outros fazeres. Absurdo!!!!!

Josiane castro - 22/07/2016 10:22

Esse ato eh um absurdo, estudamos tantos anos para ficarmos dependentes de outros profissionais…. Isso é lamentável….

Marcos Amorim - 22/07/2016 10:22

Esta nova tentativa mercantilista e contra o povo brasileiro é um absurdo. Basta praticar uma medicina competente e honesta; não é preciso roubar os direitos de quem trabalha honestamente

Dornelis Benato - 22/07/2016 10:25

É muita presunção dos médicos querem ter o controle de toda área da saúde, uma vez que eles próprios, na maioria, não são saudáveis, psicologicamente falando. É mais uma questão de poder econômico do que preocupação com saúde das pessoas. No geral, os médicos não compreendem nada da psique. Será lamentável para a saúde das pessoas se isso acontecer, pois os médicos conhessem, apenas o funcionamento da parte corporal e ainda a parte mecânica do corpo. Os médicos precisam estudar muito mais a parte funcional e relacional dos órgãos do apenas a mecânica.

Esta PL é uma clara declaração de corporativismo da categoria, que deve ser repudiado de todas as formas. temos que pressionar o senado acessando os emails dos senadores, principalmente do presidente do psdb para que a senadora retire o projeto de lei!

Kátia de Souza Faria Costa - 22/07/2016 11:12

Sou totalmente contra essa medida absurda desse governo golpista de retirar a legitimidade da Psicologia nesse novo ato médico. Isso é uma vergonha descabida que só pode vir de um País de terceiro mundo, regido ainda pelo coronelismo indecente desse partido que deveria ter sido extinto há muito tempo.Vamos lutar. Espero que esse Conselho não fique apenas na palavra, que realmente lutem até sangrar.

Marcia Ramos - 22/07/2016 11:17

Contra mais essa medida de puro poder do CFM!!

Hélio Pacheco de Gusmão e Silva - 22/07/2016 12:44

É profundamente lastimável a posição da senadora Lúcia Vânia… e mais ainda, do posicionamento corporativista da classe médica, em detrimento das demais profissões da saúde e do nosso povo.
No entanto, sinto-me tranquilo na capacidade de luta de nossa classe, apoiando as ações do Sistema Conselhos e das demais categoria.
Um forte abraço em todas(os)
Hélio Pacheco.

leonardo - 22/07/2016 13:11

Sou contra esse projeto. A autonomia das profissões deve ser garantida e respeitada.

Márcio Luis Roson - 22/07/2016 13:49

Chega de Ato médico! Abaixo a arrogância! Chega de intolerância! Abaixo o corporativismo médico! Acredito que muitos médicos provavelmente se oporiam ao Ato Médico!

Ivaneide Vilela de Faria - 22/07/2016 14:53

É um desrespeito total.Sou contra.

amazile darowish mitraud - 22/07/2016 15:04

sou absolutamente contra tal ementa que modifica procedimentos ja adquiridos pelas praticas psicologicas, de acordo com lei anterior.

Maria Odete Fontes - 22/07/2016 15:22

Existem tantas coisas importantes para esses senadores aprovarem, no entanto procuram ocupar o tempo e a cabeça com algo que já está resolvido e bem resolvido! Sempre a favor de interesses “nepóticos “!

Ir. Sol Varal - 22/07/2016 16:57

Regeito essa tentativa de sobrecarregar a categoria médica com o acúmulo da mais soberana autonomia e direitos, aumentando as filas de espera e desqualificando outros profissionais igualmente preparados.

Mariza Brandão - 22/07/2016 17:08

Um retrocesso absurdo!

Milena Ramos - 22/07/2016 18:34

Sou contra o chamado “Novo Ato Médico”

WALQUIRIA RESENDE - 22/07/2016 19:00

Acredito que cada saber é imprecindivel para que as pessoas possam ter mais qualidade de vida. Oo que vejo na minha pratica profissional é que todos são importantes com seus conhecimentos e experiencias para tratar um paciente e não é centralizando o saber em um unico profissional que obteremos exito em qualquer tipo d etratamento que se proponha.

Maria de Lurdes F.Lopes - 22/07/2016 19:32

Direito adquirido por formação não pode mudar…

Nilda Maria Ribeiro - 22/07/2016 19:33

Precisamos ter muito cuidado com esta atual prática de cada segmento da sociedade ficar votando online para que os senadores rejeitem os retrocessos propostos pelo governo interino. Precisamos unificar as lutas pela volta do principio básico da democracia o término do mandato em 2018 da presidenta Dilma, eleita pela maioria de votos. Senão mantemos uma fragmentação na sociedade e nas lutas o que não levará nenhum de nós a conquistas significativas. E nos irá impor que estejamos sempre lutando por direitos perdidos. A hora é de impedir que o golpe em curso seja interrompido! É preciso de todos, seja nas manifestações variadas ou seja no dia a dia, buscando e disseminando notícias da gravidade da situação pela qual passa nosso país

Márcia Moreira - 22/07/2016 20:37

Um total desrespeito aos profissionais que igualmente aos médicos, dedicaram seu tempo,seu dinheiro,sua motivação e seu desejo de profissionalização.

FRANCISCO RODRIGUES DA SILVA - 22/07/2016 21:12

Sou acadêmico de psicologia e sou médico formado. Sou acadêmico do 6 período e amo medicina mas o saber de psicologia é paixão. Minha visão é que o diagnóstico realmente tem que ser médico por que a visão da profissão de medicina não é que seja mais profunda ou maior ou melhor mas visão dessa ciência é basicamente daquilo que importa eminente em relação a saúde,

Maria Margarida Vinhas Nunes Bari - 22/07/2016 21:43

Inadmissivel essa tentativa de retrocesso.

LILIAN BEATRIZ ZUCCA - 22/07/2016 22:04

Esta “nova política” está trazendo um retrocesso em todos os campos.

ROMULO NEVES RIBEIRO - 23/07/2016 5:56

Não há qualquer sombra de dúvidas que há uma necessidade urgentíssima da Psicologia no Brasil ser reconhecida como uma profissão tão relevante quanto qualquer outra área da saúde. E a PLS 350/2014 vai exatamente em via contrária ao fortalecimento profissional da categoria.

Sueli Rugno - 23/07/2016 9:29

O desmonte da Saúde é um ABSURDO. Temos obrigação de garantir e expandir nossa profissão. Nosso conhecimento teórico e técnico é decorrencia de constante estudo e zelo por nossa ptofissão e carreira. NÃO podemos permitir a arbitrariedade que insiste em se impor. NÃO AO ATO MÉDICO!!!

Whanderson Miranda - 23/07/2016 10:08

Não podemos permitir a aprovação do ato médico

ABRAAO MANOEL DO NASCIMENTO FILHO - 23/07/2016 10:09

Na verdade estão querendo elitizar mais ainda a profissão de médico

Ana Luiza - 23/07/2016 13:52

Contra ao ato médico

marisa Carneiro de Paula Batista - 23/07/2016 14:10

Não aceito em hipótese alguma, que nós profissionais de saúde, sejamos subordinados a pareceres medicos a respeito da necessidade de um paciente nos consultar. Aos srs.médicos, quero dizer que se atenham as suas funções, e humildemente reconheçam, que não são detentores de todos os saberes. Assim como respeitamos sua profissão exigimos, que tenham pelo nosso trabalho, o devido e merecido respeito.

christiane contreiras - 23/07/2016 15:40

Sou contra.
A Psicologia ficaria reduzida.

Lívia Ribas - 23/07/2016 17:17

O Ato Medico é um atraso pois é contra tudo q foi construído na troca de saberes que saoi necessário para um PTS (projeto terapêutico Singular) ferramenta do SUS,q ue da significado ao usuário em sua totalidade.

Eliana Cicarelli - 23/07/2016 20:38

O conteúdo deste projeto de lei é evidentemente equivocado, já que a formação do médico não contempla a psicodinâmica do psiquismo, cujo estudo é da área da psicologia.
A aprovação do ato médico me parece uma disputa autoritária, desconsiderando, assim, os benefícios de um trabalho multidisciplinar em beneficio dos pacientes.

Eliana Cicarelli - 23/07/2016 20:39

relatado acima

Sou contra o novo ato médico é um absurdo.

Sou contra o novo ato médico é um absurdo. Cada profissão tem suas competências e suas faltas e cada conselho deve ser capaz de gerir de modo a promover as competências. Um médico que não seja psicanalista não tem conhecimentos das competências e habilidades necessárias a um psicólogo, da natureza de suas intervenções e o que as fundamenta.

Marly Thomaz - 24/07/2016 10:37

Como ressalta o conselheiro do CFP, Rogério Oliveira. “A aprovação criaria duas castas de profissionais de saúde, num claro retrocesso em relação ao diálogo entre saberes que sustenta o Sistema Único de Saúde e quanto à autonomia de ciências e profissões plenamente reconhecidas no mundo todo, entre elas a Psicologia.” Ou seja, é um absurdo legislarem para se apoderar de atividades de outros profissionais que passam a vida toda estudando, como psicólogos, nutricionistas, fisioterapeutas etc. Isso é muito suspeito.

Absurdo!!!

Marcia Ferroni Tadei - 24/07/2016 13:48

Para esses médicos que se consideram deuses, nos psicólogos e outros profissionais , somos simples mortais… Nesse país que só retrocede , estamos sujeitos a todos esses obtemperes, vamos lutar contra mais esse destempero de pessoas que estão com poder nas mãos , porém sem entendimento suficiente para discernir o certo do errado.

GEOVANE REIS DOS SANTOS - 24/07/2016 14:21

Retroceder?Jamais!! por isso, sou CONTRA ao PLS
350/2014

Giulia Carvalho - 24/07/2016 18:14
ANTÔNIO CARLOS DO NASCIMENTO - 24/07/2016 18:19

Como a classe Médica, dia a dia vem perdendo espaço financeiro em sua atuação tenta, então, enveredar-se por todos os rincões, mesmo não tendo competência para tanto, pois em seu curso de formação não lhes fornece o conhecer necessário para tornarem-se o centro do saber na área da saúde, já que o negócio é ganhar dinheiro custe o que custar, não importando o bem estar do cliente usuário. portanto a classe dos psicólogos precisa unir-se contra os usurpadores que legislam em causa própria.

Mario Sergio - 25/07/2016 9:30

O “Novo e velho ato Médico” querendo Restringir o exercício das demais profissões da Saúde é um retrocesso não só na vida dos profissionais mas na vida de todos os brasileiros.

zita cintra toledo - 25/07/2016 12:32

Sou totalmente CONTRA o novo ato médico!Retrocesso Não!

Silvia Goulart - 25/07/2016 13:06

Sou contra. Nos psicólogos sabemos até onde vai o que não é psicológico assim como os médicos devem saber o que não abrange a sua área de atuação . É por que colocar na mão do médico , cujo alguns não acreditam na psicologia ?!

Rodolfo José das Neves Pereira - 25/07/2016 14:16

A aprovação deste Projeto de Lei, é antes de mais nada, uma afronta a Democracia, e um golpe nos princípios do SUS – Sistema Único de Saúde. Dentre eles, o trabalho em equipe multidisciplinar. É um desfecho negativo na APS – Atenção Primária à Saúde, porta de entrada do SUS. Uma baixa também na produção de conhecimento em saúde. O fenômeno saúde-doença é multifatorial e o conhecimento médico isoladamente não é capaz de entender e sugerir caminhos para a cura.

Jessyka Silva de Jesus - 25/07/2016 14:37

Não ao absurdo do ato médico! Nem acrediti que elea querem que essa lei entre em vigor novamente.

MOEMA BELLINI - 25/07/2016 19:34

Há anos as equipes de saúde buscam se estruturar com especialistas de áreas complementares justamente para que o médico exerça a sua função e não mais a de todos os outros. As especialidades em saúde se desenvolveram e aprofundaram muito para que um único profissional seja eleito como o mestre do saber! Isso faz parte do passado, por isso hoje, uma equipe deve dar relevo ao saber de todos os especialistas, e em se tratando da saúde mental, dos psicólogos.

Regina Moreira - 26/07/2016 1:57

Senadora despreparada! O que ela entende do assunto que está tentando fazer lei?
Deveria ir estudar o assunto, pesquisar, se aprofundar para depois tentar aprimorar a legislação para atender melhor ao povo.
Tanta luta para se conquistar palmo a palmo o espaço que existe para a atuação do psicólogo, agora proposta de retrocesso por alguém sem conhecimento de causa. Isso só acontece no Brasil e na África.
E os médicos estão cada vez mais vendidos para os grandes laboratórios farmacêuticos.

isabel Cristina de Oliveira Barbosa - 26/07/2016 11:48

Não ao Ato Médico

Eliane Pereira - 26/07/2016 12:28

Manifesto meu repúdio ao.projeto dessa senadora, não podemos deixar esse projeto passar!

Mauricio dos Santos Crispim - 26/07/2016 13:27

Temos que ter em mente que o retrocesso que estamos vivenciando em diversos setores de nossa sociedade, tem o tal ´´Ato Médico“ como parte de seu tenebroso arcabolço, sendo assim um risco muito grande para aqueles que entwqendem a importância da pluralidade de pensamentos, quando o que esta em questão é o ser humano.
NÃO AO ATO MÉDICO!!!

Mauricio dos Santos Crispim - 26/07/2016 13:29

Ai, Ai, Ai Ato Médico nunca mais!!

Eliezer de França Ribeiro - 27/07/2016 0:19

Sou contra o ATO MÉDICO e aproveito para comentar que esta intriga da classe médica com as demais profissões da Saúde é um absurdo e fica claro que se trata de ganancia, questões financeiras alimenta esta intriga, tendo como apoio uma pessoa que deveria trabalhar a favor do progresso e não de retrocesso como é o caso desta senadora Lúcia Vânia (PSB-GO). Vamos guardar bem o nome desta senadora e de seu partido, afinal de contas vivemos numa democracia e desta forma podemos colocar e tirar pessoas que não agregam em nada.

IVANIRA DE OLIVEIRA SOUZA - 27/07/2016 9:07

NÃO ao ato médico

Welligton - 27/07/2016 13:04

Para a saúde Mental o que funciona é o Modelo Multidisciplinar e Interdisciplinar sendo psicossocial e não centralizado no modelo Biomédico(ISSO É PASSADO), havendo uma hierarquia uma subordinação do conhecimento,

Onde está a interdisciplinaridades???????????????????

vera lucia galvao bechelli - 27/07/2016 13:42

sou contra o ato medico, nao justifica-se que um medico possa so ele indicar uma pessoa para atendimento paramedicos.

Fabrício - 28/07/2016 23:26

Sou psicólogo e contra o ato médico. Sabe qual é o problema? É que a maioria das profissões não tem projetos próprios de leis que definem a atuação da sua profissão, o que abre pauta para esses “atos médicos”. Será que já não passou da hora de todas as áreas da saúde se mobilizarem em prol de seus próprios atos, definindo as suas respectivas áreas de atuação? Acredito que muitos achavam que o jogo já estava ganho quando foi arquivado o ato 1 há 2 anos atrás. Mero engano. Agora é correr contra o 2 e mobilizar para que cada profissão defina seu espaço e atuação de maneira geral.

Dulce Mara dos Reis Corrêa - 02/08/2016 10:09

No site do Senado consta tramitação encerrada. O que isso quer dizer exatamente?

[…] da possibilidade de votação do PLS, Rogério Oliveira criticou a tentativa de retomar os dispositivos que, como resultado da […]

Fredy Richard Eichstaedt - 02/09/2016 9:53

Impensável tal retrocesso. Diante dos comentários desta página, podemos perceber com clareza que o objetivo é a reserva de mercado e a elitização cada vez maior da classe médica que é vital para todos nós, contudo, sou contra a reserva de mercado e ao engôdo de que eles sabem tudo.

Sou contra! Não podemos permitir que uma categoria tome nossa autonomia. Não podemos permitir!!!!!! Que as demais categorias envolvidas se manifestem também.

O PLS 439 / 2015 a ameaça à saúde, pois ao propor a exclusividade do administrador na gestão de hospitais e serviços à saúde prioriza a lógica custo-benefício em prejuízo da saúde e da defesa à vida

Não vi a atuação do CNS, nem dos conselhos profissionais de outras categorias se mobilizando a esse respeito.Se não envolvermos outros profissionais de saúde e seus conselhos, a saúde vai perder, visto que o número de administradores e tecnólogos é superior ao de psicólogos.

O PLS 439 de 2015 não se restringe à gestão de pessoas, mas o impacto do projeto é maior, incide sobre a gestão da saúde, e, consequentemente,na saúde das pessoas.

Precisamos ampliar o debate e mobilizar outras categorias profissionais. Não é só a PEC 241 que ameaça o SUS.

Torno a lembrar que ao propor a exclusividade do administrador na gestão de hospitais e serviços de saúde, além de priorizar a lógica custo-benefício em prejuízo da saúde e da defesa à vida, o projeto subordina as diversas categorias profissionais aos administradores.

Nos mobilizamos contra o Ato Médico, mas não nos mobilizamos contra o PLS 439 /2015.

vanusa Leone - 27/12/2016 16:14

Absurdo!!!!!!!!! O que se pode fazer (CFP) para derrubar o Ato Médico???!! Onde já se viu, para a pessoa
ir a um psicólogo precisar de encaminhamento médico, o médico agora faz avaliação psicológica?? pelo que sei a avaliação psicológica é pratica exclusiva do psicólogo. Como pode ter o médico que dizer se a pessoa precisa de psicoterapia ou acompanhamento psicológico???
Revoltante. Que senadora leiga é essa!!!!!!!

Miguel Ângelo José Velloso de Almeida - 03/01/2017 10:44

U R G E N T E!
Conforme havia alertado…
http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=587931

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