Vem aí o II Congresso Latino-americano de Psicologia

Vamos a Cuba no II Congresso Latino-americano de Psicologia da ULAPSI


Os pacotes de viagem para Cuba já estão disponíveis no site do congresso. Na página de entrada do site você encontrará o link: Programe sua viagem. Basta acessar este link e clicar sobre a opção Brasil para verificar os valores, opções de hotéis em Cuba e formas de pagamento dos pacotes. O site do II Congresso Latino Americano de Psicologia da ULAPSI é www.ulapsi.org/IICongreso.

Em poucos dias serão abertas as inscrições para participação no II Congresso Latino-americano de Psicologia da ULAPSI. O pagamento será por cartão de crédito. As Inscrições de trabalho somente serão possíveis após a realização da inscrição pessoal e pagamento da taxa de inscrição.

O grupo na internet para troca de informação entre os interessados em participar do Congresso em Havana já está funcionando. Não deixe de fazer parte! Se você tiver interesse em participar do grupo, escreva para congressoulapsi2007@yahoogrupos.com.br

Aguarde o próximo informativo sobre a abertura do período de inscrições, mas vá verificando os valores do pacote e escolhendo seu hotel!!!

 

 

Mi cocodrilo verde
Terroncito de azúcar
Las gaviotas anidan
En tu litoral.

Mais informações:
e-mail: congresso@ulapsi.org
site: www.ulapsi.org/IICongreso

Pesquisa vai avaliar programação da TV

Ministério da Justiça quer colher opiniões em 10 capitais brasileiras

Uma criança brasileira assiste, em média, três a quatro horas de televisão por dia, o que significa que, em um ano, ela passa entre um mês e meio a dois meses na frente do aparelho. No país, a atividade é a segunda que mais toma o tempo dos jovens, depois da escola, muitas vezes servindo como principal fonte de lazer. A discussão sobre a quantidade e a qualidade da exposição das crianças e adolescentes à TV vem tomando corpo no Brasil e virando alvo de uma série de ações governamentais que passam, por exemplo, por mudanças na classificação indicativa dos programas. O assunto vem sendo levado tão a sério que o Ministério da Justiça (MJ) vai realizar a primeira pesquisa nacional para avaliar a opinião de pais, adolescentes e crianças sobre a programação da TV. Dez capitais sediarão o estudo, entre elas o Recife. No Nordeste, também participarão Fortaleza e Salvador. Análises parecidas conduzidas em outros países, como os Estados Unidos, mostram, por exemplo, que conteúdos violentos exibidos na televisão podem influenciar no comportamento dos jovens.

A pesquisa brasileira terá a duração de um ano e servirá de base para um projeto maior, nunca visto no Brasil, que deve durar mais de vinte anos de análise. Segundo o diretor do Departamento de Justiça e Classificação do MJ, José Eduardo Elias Romão, o primeiro estudo, que terminará na metade de 2008, tem como objetivos compreender o impacto da violência e do sexo na formação de crianças e adolescentes e entender as peculiaridades regionais no processo de recepção dos jovens. A exemplo do que já foi feito nos Estados Unidos, a segunda pesquisa precisa de no mínimo duas décadas de execução para acompanhar o desenvolvimento das crianças expostas a determinados conteúdos televisivos e conseguir verificar o que, efetivamente, isso influenciou na sua formação. “Nós precisamos desse primeiro esforço para transformar uma pesquisa de longo prazo em uma ação de estado”, afirma Romão, explicando que os custos desse projeto já devem ser incluídos no orçamento do governo para operíodo de 2008 a 2012.

A finalidade dessas pesquisas, segundo Romão, não é criar objetos de censura e proibir que as crianças assistam a determinados conteúdos, mas produzir subsídios para trabalhar o assunto, inclusive com os pais. “Nunca se estudou como a TV brasileira produz costumes e culturas ou como as imagens chegam, impactam e condicionam a infância. Queremos contribuir para a definição de políticas públicas para a criança e o adolescente”, afirma. Estudiosos sobre o assunto defendem que ações a respeito da exposição das crianças à televisão não são de responsabilidade exclusiva dos pais, excepcionalmente quando se fala em TVs abertas, que são concessões públicas. Mas, são os pais, no final das contas, que devem ficar atentos ao que os filhos assistem e acompanhar que tipo de efeito isso pode ter na formação deles.

Obrigações – A fonoaudióloga Carmelita Vasconcelos acredita que a TV pode influenciar o comportamento dos filhos e limita a exposição deles a programas televisivos. Ela é mãe de dois garotos, Vinícius e Daniel, um de dez e outro de 13 anos. Carmelita tem canal por assinatura, mas controla o acesso dos meninos através de senha e nunca deixa eles assistirem TV depois das 23h. Mas, ela não faz só proibir. A fonoaudióloga conversa com os filhos sobre o que eles assistem. “Eles estudam de manhã, à tarde cobro as obrigações deles com as tarefas da escola. Além disso, eles têm ocupações extra-escola. Acho que a TV pode influenciar tanto positivamente quanto negativamente. Depende muito do que se vê”, opina.

 

 

Impactos variam segundo o contexto e papel dos pais

 

Os impactos da televisão sobre o comportamento das crianças e dos adolescentes há muito já são analisados em outros países. Nos Estados Unidos, por exemplo, existem mais de mil pesquisas sobre o assunto, o que permite que muitos estudiosos afirmem que os conteúdos televisivos podem, sim, produzir efeitos negativos ou positivos na formação dos jovens. Mas, tudo depende do contexto e do papel dos pais, inclusive ajudando os filhos a compreender o que eles assistem.

O estudo Classificação Indicativa – construindo a cidadania na tela da tevê, realizado pela Agência de Notícias dos Direitos da Infância (Andi) em parceria com o Ministério da Justiça, indica que as cenas de violência são captadas de formas diferentes, dependendo de como elas são inseridas. Isso significa que há interpretações distintas sobre atos de violência praticados por “mocinhos” contra “bandidos”, ausência de penalização ou de dor, presença de armas letais, cenários realistas, existência de sangue e corpos mutilados ou violência doméstica e psicológica. Os filmes em preto e branco, por exemplo, impactam menos o imaginário infantil do que os em cores.

Para o psicólogo Ricardo Moretzsohn, que estuda há oito anos o impacto da mídia sobre as pessoas e faz parte do Conselho Federal de Psicologia, não há dúvidas de que a televisão influencia na formação dos jovens. “Criança é quase como uma esponja. Ela capta tudo, sejam coisas boas ou ruins. Mas, o que me preocupa são os valores que são passados para a criança. Não acho que as crianças vão ver cenas de sexo e violência e vão ficar traumatizadas. Elas têm condições de dar conta, desde que elas tenham um adulto ao lado delas, que as orientem e explique que tipo de valor elas estão assistindo”, afirma. De acordo com Moretzsohn, na média, a idade em que a criança é mais vulnerável é até seis anos. “É preciso entender o contexto. Não é qualquer violência que produz impactos na criança”, lembra Guilherme Canela, da Andi.

 

Prazo até maio para mudar a classificação indicativa

 

Uma das ações do Ministério da Justiça com relação aos conteúdos veiculados nos canais de televisão na rede aberta foi a mudança na classificação indicativa, que precisa ser atendida pelas emissoras até o dia 13 de maio. A primeira alteração a respeito da norma anterior, que é de setembro de 2000, é em relação ao horário. Ao contrário do que ocorria antes, os programas precisam atender aos fusos horários das regiões e não mais estabelecer os programas com base em Brasília.

Outra mudança é a padronização na veiculação da mensagem, com forma e tempo fixos para todas as emissoras. “Isso parece pequeno, mas tem uma grande importância porque facilita as famílias a entenderem que existe um sistema de classificação indicativa, que está presente até no cinema. Antes não funcionava e não permitia que as famílias de fato pudessem decidir porque em algumas emissoras era preciso assistir com uma lupa porque não dava para ver o que o símbolo queria dizer”, avalia o coordenador das Relações Acadêmicas da Andi, Guilherme Canela.

Outra mudança é que agora a classificação precisa informar porque o Ministério da Justiça considerou o programa inadequado para alguma faixa etária.

A empresária Maria do Carmo Pinheiro diz que sempre presta atenção na classificação indicativa, como forma de acompanhar os programas assistidos pelos filhos dela, Maria Clara, de seis anos, e André, 12. No entanto, Maria do Carmo não usa o fator como proibitivo para as crianças. “Não me despertou ainda a necessidade de controlar ou vigiar a TV. Mas, não gosto, por exemplo, que eles assistam violência e, no caso de Maria Clara, cenas de sexo, por ela ser mulher. Até ela já passou a observar a classificação indicativa e a ter curiosidade sobre o que é. Mas, eu presto atenção, principalmente, por causa de André, porque a televisão dele fica ligada 24 horas.”, afirma a empresária.

Por Juliana Colares

Diário de Pernambuco

 

 

V Jornada Internacional acontece em Brasília

 

Entre os dias 31 de julho e 03 de agosto Brasília receberá estudantes e profissionais da Psicologia para participarem de discussões em torno da Interdisciplinaridade e diversidade de paradigmas. Eles participarão da V Jornada Internacional e III Conferência Brasileira sobre Representações Sociais, que será realizada no campus universitário Darcy Ribeiro, na Universidade de Brasília – UNB.

Além do tema central do evento, ainda serão discutidos assuntos como: comunicação e mídia, educação, meio ambiente, movimentos sociais, violência e exclusão social, religiosidade, entre outros.

No primeiro dia do evento, 31 de julho, o fundador da Teoria das Representações Sociais, Prof. Serge Moscovici, receberá o título de Doutor Honoris Causa, que será outorgado pelo Reitor da Universidade de Brasília, Prof. Timothy Martin Mulholland.

A primeira das Jornadas Internacionais sobre Representações Sociais foi realizada em 1998, em Natal – RN, reunindo cerca de 300 pesquisadores, docentes e estudantes de todas as partes do país e também do mundo (França, Grã-Bretanha, Portugal, Suíça, Cuba e Venezuela) em torno do tema central “Teoria e campos de aplicação”. Este evento teve repercussões extremamente importantes para o avanço da pesquisa em representações sociais no país.

Mais informações e inscrições, acesse o site: http://www.gosites.com.br/vjirs/

Comissão Nacional de Direitos Humanos do CFP publica Carta Aberta

 

A Comissão Nacional de Direitos Humanos do Conselho Federal de Psicologia vem, de público, manifestar solidariedade à família do menino João Hélio Fernandes Vieites, de 6 anos, brutalmente assassinado no Rio de Janeiro no dia 02/02/2007, ao mesmo tempo em que manifesta total repúdio à violência que vitimou a criança e sua família e chocou a sociedade brasileira.

A morte de uma criança, segundo Carta do Desembargador Siro Darlan de Oliveira, veiculada pela internet, é sempre um sinal de que estamos falhando na tarefa de proteção integral à infância. Não é natural morrer na infância, diz ele, e não podemos deixar que este momento de dor e comoção nacional nos exima de buscar soluções efetivas que certamente passam pela análise das causas da violência.

Preocupada com o debate que se instala no país para a implantação da pena de morte, o endurecimento das leis penais e a redução da maioridade, a CNDH/CFP faz um chamado à categoria para reflexão, lembrando o tema atual de sua Campanha “O que é feito para excluir não pode incluir. Pelo fim da violência nas práticas de privação de liberdade”, bem como a Inspeção Nacional às Unidades do Sistema Socioeducativo, realizada em 15/03/2006, quando foram constatadas condições de extrema violação dos direitos dos adolescentes, confirmando uma realidade já sabida: superlotação nas unidades, maus-tratos, ociosidade, precariedade ou ausência dos projetos socioeducativos e sofrimento mental, dentre outros problemas.

O Seminário Nacional “A atuação dos psicólogos junto aos adolescentes privados de liberdade”, realizado em Brasília nos dias 8 e 9 de dezembro de 2006, que contou com a presença de Júlio Jacobo Waiselfisz, autor do Mapa da Violência, quando afirmou ser “a história da violência no Brasil a história da vitimização de sua juventude”, foi também marcado pela dor e tristeza pelo assassinato do filho de Mônica, integrante do Grupo Moleque e uma das participantes designadas pelo Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro para comparecer ao Seminário.

De acordo com Nota Pública do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente/Conanda, de 16/02/2007, a maioria dos delitos que levam os adolescentes à internação não envolve crimes contra a pessoa, sendo incorreta a afirmação de que a maioria dos países adota idade penal inferior a 18 anos, além de que é elevado no Brasil o número de jovens que crescem em contexto de violência.

O Conanda aprovou em 2006, após um longo debate, o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase), que prevê novas diretrizes de funcionamento para a internação e cumprimento de medidas socioeducativas em meio aberto, propondo sua imediata implementação, bem como demais políticas públicas da infância e da adolescência, em cumprimento ao que determina o Estatuto da Criança e do Adolescente.

Assim como o Conanda, em Carta Circular datada de 13/02/2007, o Fórum Nacional de Defesa da Criança e do Adolescente/FNDCA e os 27 fóruns estaduais DCA’s, bem como suas entidades filiadas, além de registrar solidariedade à família do menino João, situação esta infelizmente vivida por muitas famílias que, anônimas, choram a dor da perda de seus filhos, reivindicam a implantação imediata do Sinase, bem como ações preventivas, garantindo recursos para as políticas públicas voltadas para as crianças e os adolescentes, políticas que garantam melhoria na qualidade de vida deles, de suas famílias e de toda a sociedade.

A CNDH/CFP quer se unir a todas estas vozes na luta por um Brasil solidário, fraterno e plural, compreendendo que a situação de violência que estamos vivenciando é fruto de um longo e complexo processo histórico que, contínua e insistentemente, tem condenado parte de sua população ao descaso e à sub-cidadania, privando-a de mecanismos de proteção social.

Carta Aberta da CNDH aos psicólogos

Conselho promove seminário sobre Mídia

O Conselho Federal de Psicologia promoverá nos dias 28, 29 e 30 de junho o Seminário “Mídia e Psicologia: produção de subjetividade e coletividade”. O evento   tem como objetivo discutir a mídia e a produção de subjetividade, analisando uma forma para que a Psicologia participe deste debate.

Eixos de discussão que serão trabalhados no evento:

– A Tecnologia das Mídias: a relação dos sujeitos com os meios técnicos de comunicação;
– A Produção de   S ubjetividade: a tensão entre cidadania e alienação;
– Mídia e Produção de Subjetividade: questões da cultura;
– Mídia e Produção de Subjetividade: o poder da mídia;
– Mídia e Produção de Subjetividade: questões do racismo;
– Mídia e Produção de Subjetividade: questões da violência;
– Publicidade e a Produção de Subjetividade;
– Mídia e Produção de Subjetividade: questões da infância e adolescência;
– Educação para a Mídia;
– A Contribuição da Psicologia para a Mídia de Resistência;
– A Constituição de Sujeitos: a tensão entre ficção e realidade;
– Ética e Pensamento na produção de subjetividade. 

O evento   é uma realização do CFP, da ABEP e do CRP 05 e conta com  o  apoio   do  Instituto de Psicologia e da Escola de Comunicação da UFRJ e do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC). As palestras serão realizadas no Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Campus da Praia Vermelha. Mais informações   pelo www.pol.org.br

Instruções para os aprovados no concurso de especialista

 

No último dia 17 foi divulgado, no Diário Oficial da União, o resultado do concurso para obtenção do título de especialista em Psicologia. Os psicólogos aprovados devem procurar o Conselho Regional da sua região, munidos de toda a documentação descrita no edital, e solicitar o registro de especialista na CIP (Carteira de Identidade Profissional).

 

O prazo para a solicitação é de 12 meses a partir da data da homologação do resultado (31/01/07). Após a entrega dos documentos, o CRP julgará os casos.

 

Clique aqui para acessar o edital do concurso.

Clique aqui para conferir a lista de aprovados.

 

Prêmios têm data prorrogada

Psicologia e práticas educacionais inclusivas

Foram prorrogadas para o dia 30 de abril as inscrições para o Prêmio Educação Inclusiva: Psicologia e práticas educacionais inclusivas.

Visando dar maior visibilidade a experiências bem sucedidas na educação inclusiva, o Conselho Federal de Psicologia irá premiar psicólogos que tenham contribuído para a promoção e defesa de uma educação que cumpra o seu caráter público, universal e de qualidade para todos.

Para se inscrever, é necessário entregar o trabalho ( relato de vivências e experiências) no Conselho Federal de Psicologia (pessoalmente ou via correio) no endereço: SRTVN, Quadra 702, Edifício Brasília Rádio Center, sala 4024-A – CEP: 70.719-900, Brasília/DF.

Maiores informações sobre o prêmio, acesse o site www.pol.org.br

Prêmio Monográfico 2007

A próxima edição do Prêmio Monográfico do Conselho Federal de Psicologia traz como tema: “Brasil, uma Nação que Envelhece: O lugar do idoso na sociedade e os desafios para a Psicologia”. O homenageado desta edição é o psicólogo Dr. Paulo da Silveira Rosas, pioneiro da Psicologia brasileira.

O objetivo deste prêmio é estimular nos estudantes e profissionais da Psicologia a produção científica a respeito da relação entre a Psicologia e o envelhecimento.

As inscrições seguem até o dia 30 de abril através do site www.pol.org.br

Testes Psicológicos

Carta Aberta sobre Testes Psicológicos

Esclarecemos à população que a Avaliação Psicológica consiste em um processo técnico-científico de coleta de dados, estudos e interpretação de informações a respeito dos fenômenos psicológicos e, para isto, são utilizados vários métodos, técnicas e instrumentos. Dentre eles, encontram-se os testes psicológicos, que têm por objetivo descrever e/ou mensurar características e processos psicológicos, tais como emoções, afetos, inteligência, motivação, personalidade, psicomotricidade, atenção, memória e percepção.

Com o objetivo de assegurar a precisão e qualidade das informações oriundas dos testes psicológicos, o Conselho Federal de Psicologia- CFP- instituiu uma Comissão de Especialistas em Avaliação Psicológica, que analisa e identifica os testes que atendem aos requisitos mínimos estabelecidos para seu uso, garantindo a qualidade dos serviços prestados à população. Sendo assim, os testes psicológicos utilizados pelos psicólogos são aqueles aprovados pelo CFP e que possuem plenas condições de uso.

É importante ressaltar, ainda, que a utilização dos testes psicológicos é permitida, por lei, somente a psicólogos, pois requer conhecimentos e habilidades pertinentes à formação destes profissionais. Desse modo, o Conselho Federal de Psicologia alerta a sociedade para os riscos decorrentes do emprego desses instrumentos por profissionais que não estejam habilitados e credenciados para esse fim. Por outro lado, conclama a população a comunicar aos Conselhos Regionais de Psicologia quaisquer irregularidades ocorridas por ocasião do uso dos testes psicológicos.

Informações sobre os testes avaliados podem ser obtidas no

www.pol.org.br/satepsi

CFP obtém titularidade no Conanda

O Conselho Federal de Psicologia obteve o 4º lugar, dentre as 14 entidades da sociedade civil que compõem o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, o Conanda, na última eleição realizada pelo órgão, para composição do seu colegiado do oitavo mandato, relativo ao período de 2007 a 2008.

Com a votação, o CFP passa do locus que ocupava, de suplência, onde tinha direito apenas a voz, para a situação de titularidade no Conanda, tendo direito a voz e a voto nas deliberações.

Na gestão anterior do Conanda, o CFP participou da Comissão Permanente de Articulação e Comunicação e, mesmo na condição de suplente, participou da elaboração de vários documentos do Conselho, dentre eles os parâmetros para institucionalização e fortalecimento do Sistema de Garantias de Direitos; os parâmetros e diretrizes para captação de atores para o Sistema de Garantias de Direitos; além de ter colaborado no Projeto de lei das Medidas Sócio-educativas, na elaboração do Sistema de Atendimento Sócio-educativo, o Sinase, e no Plano Nacional de Convivência Familiar e Comunitária.