CFP e CFESS se mostram contrários às comunidades terapêuticas

O Conselho Nacional de Saúde (CNS) se reuniu, nos dias 12 e 13 de março, em Brasília, para a sua 267ª reunião ordinária. Dentre os pontos debatidos, o Conselho Federal de Psicologia (CFP) e o Conselho Federal de Serviço Social (CFESS) destacaram seus posicionamentos contrários à proposta de regulamentação das comunidades terapêuticas como se encontra na minuta de Resolução do Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas, cuja consulta pública foi encerrada em 28 de fevereiro de 2015.

O representante do CFP no CNS, Cláudio Garcia Capitão, fez uma exposição do Relatório da 4ª Inspeção Nacional de Direitos Humanos: locais de internação para usuários de drogas, publicado pela Autarquia em 2011, bem como apresentou o posicionamento contrário do Conselho a práticas implementadas por essas entidades. No documento, que contou com a participação de todos os Conselhos Regionais de Psicologia (CRPs), procuradores, entidades sindicais, foram avaliadas 68 instituições de comunidades terapêuticas de 25 Unidades da Federação.

Segundo Capitão, a realidade encontrada evidencia questões e reflexões que exigem uma tomada de posição por parte do Estado e da sociedade brasileira sobre a assistência que vem sendo ofertada nesses recintos. O representante do CFP destaca que a maioria desses lugares fundamenta-se em princípios que contrariam os pressupostos que orientam as políticas públicas. “A saber, o respeito à cidadania dos usuários. A pergunta que orientou toda a comissão sobre ocorrência de violência e de violação dos direitos humanos, infelizmente se confirmou como regra. Há claros indícios de violência e violação em todos os relatos. De forma acintosa ou sutil, essa prática social tem como pilar a relação dos direitos dos internos”, ressaltou.

O psicólogo citou exemplos destas violações. “Interceptação e violação de correspondência, violência física, castigos, tortura, exposição a situações de humilhação, imposição de credo, exigência prévia de exames clínicos como teste de HIV, intimidações, desrespeito à orientação sexual, revista vexatória de familiares, violação de privacidade, entre outras, são ocorrências encontradas em todos os lugares visitados”, enumerou.

Garcia apontou, ainda, que o modo de tratar ou a proposta de cuidado apresentada visa forjar como efeito ou cura da dependência a construção de uma identidade culpada e inferior, em que, segundo ele, substitui-se a dependência química pela submissão ao ideal, mantendo submissos, inferiorizados, os sujeitos que são tratados. “A maioria dessas práticas sociais adota a opção por um credo pela fé religiosa como recurso de tratamento. Além da incompatibilidade com os princípios que regem as políticas públicas, o caráter republicano e laico delas, essa escolha conduz à violação de um direito, escolha de outro credo ou a opção de não adotar nenhum, ou seja, não seguir nenhuma crença. Na prática desses lugares, conforme relatado, os internos são constrangidos a participar de atividades religiosas, mesmo quando sua crença e fé são outras, até porque não existe outra possibilidade”.

Outro ponto destacado por Cláudio Garcia Capitão foi o de, na maioria dos locais visitados, não existirem funcionários, apenas religiosos, pastores, obreiros, quase sempre ex-usuários convertidos. “Constando poucos profissionais de saúde, como médicos, psicólogos, assistentes sociais, enfermeiros, técnicos de enfermagem são encontrados. E onde estão presentes, as suas atuações são submetidas a princípios religiosos e morais. Poucos se orientam pelos saberes técnico-científicos, mas, essencialmente, poucos se orientam pela ética e saber”, alerta.

O representante do CFP também apontou outras questões, como a falta de higiene nessas comunidades, a utilização de usuários em tratamento para trabalhos não remunerados (laborterapia), o tratamento diferenciado entre os pacientes com recursos financeiros para os de pouco ou sem recursos e a internação de menores nessas unidades sem a presença dos pais.

Minuta

A representante do CFESS, Alessandra Ribeiro de Souza, apresentou alguns pontos da minuta da regulamentação das comunidades terapêuticas e teceu críticas. Segundo a assistente social, algumas das questões apresentam contradições ao que rege a legislação em saúde e políticas públicas.

“Primeiro, a minuta coloca que ‘considerando que as entidades que realizam o acolhimento de pessoas com problemas decorrentes de abuso ou dependência de substância psíquico-ativa não são equipamentos de saúde, mas de interesse e apoio dos sistemas de saúde e assistência social’, ou seja, um serviço que vai fazer a internação, o acolhimento de usuários não é entendido como um serviço de saúde pela própria minuta. Ela é retirada do âmbito dos serviços de saúde”, apontou.

Ao citar o artigo 4º, o qual aponta que “a instalação e funcionamento das entidades que promovem acolhimento de pessoas com problemas decorrentes do abuso de substâncias psicoativas, denominadas ou não de comunidades terapêuticas, tendo condicionadas as concessões de alvará sanitário ou de outro instrumento congênere, de acordo com a legislação sanitária específica, aplicadas a essas entidades”, ela faz uma comparação ao ponto anterior. “Ora, se elas (comunidades terapêuticas) não serviços de saúde, elas ficam submetidas a alvará sanitário, como se fosse serviço de saúde ou legislação congênere. Não entendemos o que significa uma legislação congênere, se já temos regulamentações feitas pela própria Anvisa que dispõem sobre alvará sanitário para o funcionamento de instituições que vão prestar atendimento à saúde”, questiona.

Além de citar outros dispositivos da minuta, como os artigos 3º e 6º, que tratam sobre as pessoas elegíveis para internação, as obrigações destas entidades quanto ao acolhimento, bem como a contradição no prazo limite para o acolhimento, respectivamente, Alessandra Ribeiro mostrou-se preocupada com o controle social e de financiamento das comunidades terapêuticas. Baseada em dados do Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas (Conad), até agosto de 2014, foram repassados por convênios para as comunidades terapêuticas, ainda não regulamentadas, R$ 92 milhões. “Dinheiro esse que deveria estar sendo investido na rede de atenção psicossocial e serviços substitutivos. Quem fiscaliza o gasto? A própria minuta não prevê a fiscalização dessas instituições, nem mesmo o controle dos gastos do financiamento que é público, a partir do momento que ela está sendo regulamentada”, indagou.

Representantes do Governo Federal, que estão no Conad, apresentaram no CNS um contexto sobre as comunidades terapêuticas nos últimos 10 anos, destacando o crescimento do número de vagas disponibilizadas. Eles se mostraram atentos, contudo, às ponderações apresentadas pelos representantes do CFP e do CFESS.  “Estamos fazendo esse debate, os pontos sobre a regulamentação e qual o contexto da regulamentação. Elas (comunidades terapêuticas) existem há 20 anos, há 10 anos recebem recursos públicos e há cinco anos recebem do Governo Federal e já são regulamentadas por outros textos e pela fiscalização de outras normas superiores”, destacaram.

Conferências municipais de Saúde: participe!

O Conselho Federal de Psicologia (CFP) convoca todos (as) psicólogos (as) a participarem das conferências municipais de Saúde. A mobilização é o início de uma série de ações que a Autarquia, em parceria com os Conselhos Regionais de Psicologia (CRPs) e com toda a categoria, realizará durante o ano de 2015 – uma vez que entre os dias 1º e 4 de dezembro, em Brasília, ocorrerá a 15ª Conferência Nacional da Saúde, com o tema “Saúde Pública de Qualidade para Cuidar Bem das Pessoas” e o eixo “Direito do Povo Brasileiro”.

Conforme Decreto de 15 de dezembro da presidente Dilma Rousseff, que convoca todos os profissionais da Saúde a participarem do evento, diversas reuniões preparatórias ocorrerão durante todo o ano. Do dia 9 de abril a 15 de julho, devem acontecer as conferências municipais, que são etapas preparatórias e deliberativas de propostas para os eventos estaduais – que, por sua vez, ocorrerão de 16 de julho a 30 de setembro –, e estas escolherão os delegados para a etapa nacional, no fim do ano.

A definição pela participação do CFP nas etapas preparatórias da Conferência se deu durante reunião da Comissão de Saúde da Autarquia, que ocorreu nos dias 22 e 23 de janeiro. Na ocasião, os integrantes desse colegiado destacaram que é nestas atividades preparatórias que se dá o nascedouro de propostas e escolhas de delegados para debaterem os temas de interesse da comunidade para as conferências estaduais e, consequentemente, para a Conferência Nacional.

Nota técnica dá novas orientações para análise de testes psicológicos

O Conselho Federal de Psicologia (CFP), por meio de sua Gerência Técnica, publica nota técnica informando as editoras e/ou autores responsáveis pela comercialização de testes psicológicos quanto às novas orientações sobre o processo de análise de testes psicológicos.

Segundo a Autarquia, a cada nova edição de um teste, caso haja qualquer mudança por parte das editoras e laboratórios responsáveis pela comercialização, no que se refere ao conteúdo e/ou sistema, deve ser submetido novamente ao Satepsi – Sistema de Avaliação de Testes Psicológicos – para reavaliação.

Além disso, o CFP informa que, de acordo com deliberação da Comissão Consultiva em Avaliação Psicológica, o prazo para revisão dos dados empíricos das normas de um teste psicológico, conforme o disposto no Art. 1 da Resolução CFP 006/2009, passará a ser contabilizado a partir da data da sessão Plenária do CFP em que o teste foi originalmente aprovado.

Clique aqui e leia a nota técnica.

Conselheira do CFP apresenta CONPAS em evento no Ceará

Nos dias 5 e 6 de março, Fortaleza foi sede do I Seminário Psicologia e Assistência Social – Desafios e Possibilidades, organizado pelo Conselho Regional de Psicologia da 11ª Região (CRP-11/Ceará) e com a parceria da Faculdade Metropolitana de Fortaleza – FAMETRO. O evento contou com a participação de profissionais da Rede de Assistência Psicossocial do estado de Ceará e de estudantes dos cursos de Psicologia e Serviço Social da FAMETRO, bem como de outras Instituições de Ensino Superior daquele Estado.

A mesa de abertura foi composta pela conselheira do Conselho Federal de Psicologia (CFP) e integrante da Comissão Nacional de Psicologia na Assistência Social (CONPAS) da Autarquia, Meire Nunes Viana. Além de Meire, compuseram essa mesa o presidente do Conselho Regional de Psicologia da 11ª Região (CRP-11- Ceará), psicólogo Elton Alves Gurgel, a assistente social Jossuleide Cavalcante, presidente do Conselho Regional de Serviço Social da 3ª Região (CRESS-3/Ceará), a coordenadora do curso de Psicologia da FAMETRO, professora Teresa Gláucia Gabriele e a professora Ana Rosa Alves da Silva, representando a coordenação do curso de Serviço Social daquela entidade.

Meire Viana debateu o papel ético-político do (a) psicólogo (a) que atua no Sistema Único de Assistência Social (SUAS), bem como os desafios do exercício profissional diante das condições de trabalho e a precarização das formas de contrato.

CONPAS

A conselheira do CFP fez a apresentação dos trabalhos da CONPAS, da qual também é integrante, visando mobilizar a categoria com vistas a pensar coletivamente no fortalecimento desta prática profissional. “A CONPAS é um espaço para a construção de referências afirmativas da Psicologia no SUAS, considerando que muito do material produzido atualmente apresenta muito mais ‘o que não fazer’”, destacou Meire Viana.

As demais mesas redondas do evento foram “Práxis Psicológica na Assistência Social e a Interdisciplinaridade”, “Violações de Direitos da Criança e do Adolescente e a Rede de Proteção”, “Orçamento e Controle Social” e “Condições de Trabalho do Psicólogo na Assistência Social”.

Conheça a Comissão Nacional de Psicologia na Assistência Social: http://conpas.cfp.org.br/

Com informações da FAMETRO

 

Inscrições abertas para o 3º Congresso Internacional de Ciências da Educação e do Desenvolvimento

Estão abertas as inscrições para o 3º Congresso Internacional de Ciências da Educação e do Desenvolvimento, que será realizado entre os dias 24 e 26 de junho na cidade de Donostia – San Sebastián, na Espanha. O evento destina-se a acadêmicos e profissionais, pesquisadores e formadores, educadores e estudantes, gestores, administradores e diretores de todas as esferas da Educação, Ciência e Psicologia do Desenvolvimento.

O Congresso é voltado, especialmente, para aqueles que trabalham no campo da Escola de Educação Familiar e/ou comunitário e Psicologia do Desenvolvimento Humano no plano prático e/ou teórico. Portanto, é um evento para pesquisadores e profissionais da Psicologia, Pedagogia, Psicologia, Educação Social, Serviço Social, Sociologia interessados ​​em compartilhar e discutir conhecimentos teóricos e práticos no ambiente científico sobre as diversas áreas temáticas a serem abordadas.

Sediado no palácio de Miramar, o evento contará com programação científica dividida em conferências, seções práticas, simpósios, apresentações orais e escritas, além de exposições práticas em diversas áreas temáticas.

Mais informações, nos seguintes endereços:

Site do evento: http://congresoeducacion.es/edu_web

Programa Científico: http://congresoeducacion.es/edu_web/programacientifico.html

Inscrições: http://congresoeducacion.es/edu_web/inscripcion.html

Envio de Trabalhos: http://congresoeducacion.es/edu_web/presentaciontrabajos.html

9º Conpsi

A cidade de Salvador (BA) será a sede da 9ª edição do Congresso Norte-Nordeste de Psicologia (Conpsi) e do 8º Seminário Nacional de Psicologia e Políticas Públicas no mês de maio.  Com o tema “Psicologia e os desafios do mundo contemporâneo”, o Conpsi acontecerá entre os dias 13 a 16, com o apoio do Conselho Federal de Psicologia (CFP).  As inscrições podem ser realizadas no site do evento.

O Conpsi conta com uma marcante trajetória na história da difusão da psicologia no Brasil. Fruto da parceria entre o então Departamento de Psicologia da Universidade Federal da Bahia e o Conselho Regional de Psicologia da 3ª Região (CRP-03, Bahia), sua primeira edição ocorreu em 1999, também na cidade de Salvador. De periodicidade bianual, até o ano de 2013 foram realizadas oito edições alocadas em diferentes cidades do Norte e Nordeste do Brasil.

O evento reúne entre 3500 a 5500 participantes, entre estudantes (aproximadamente 70%), professores e pesquisadores (cerca de 20%) e profissionais de psicologia (cerca de 10%). A despeito de inicialmente ter sido concebido como um evento para favorecer a integração e difusão do conhecimento produzido em Psicologia no Norte e Nordeste do Brasil, desde sua primeira edição ganhou amplitude nacional, vindo a assumir um papel estratégico na organização da Psicologia no País.

8º Seminário Nacional de Psicologia e Políticas Públicas

Como já é tradição, o Seminário Nacional de Psicologia e Políticas Públicas antecede o Congresso Norte-Nordeste de Psicologia (Conpsi), sendo realizado sempre durante o dia da abertura do CONPSI. Dessa maneira, das 8 às 17 horas do 13, o evento, que nesta sua 8ª edição é intitulado “O Exercício Profissional enquanto Trabalho”, abordará os temas  “Psicologia e Saúde”; “Psicologia e Assistência Social” e “Psicologia e Justiça”.  Mais informações sobre o seminário serão divulgadas, em breve, no site do CFP.

Programação Conpsi

De acordo com o cronograma do 9º Conpsi, mais duas datas estarão disponíveis para quem quiser participar, 10/04 (limite para 3º lote promocional) e 01/05 (limite para quarto lote promocional).  A programação final do evento deverá ser divulgada no dia 15 de abril.

Até a o momento, já foram definidas as 11 conferências que serão realizadas durante o evento e os respectivos conferencistas. A abertura do CONPSI acontecerá às 18h do dia 13, em um auditório para 1.800 pessoas.

Confira a programação aqui 

Com informações do site do 9º Conpsi / Ascom CFP

CEERT realiza seminário regional no dia 20 deste mês

O Centro de Estudos das Relações de Trabalho e das Desigualdades (CEERT) realiza em São Paulo, no dia 20 de março, o “1º Seminário Regional Direitos da Criança e do Adolescente e a Promoção da Igualdade Racial”. O evento, no Novotel Jaraguá, voltado para os conselheiros tutelares, visa mostrar como o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) pode ser usado como instrumento para o enfrentamento da discriminação racial na infância e adolescência e para a adoção de políticas igualitárias por meio da participação de órgãos públicos e da sociedade.

Durante o seminário, o conselheiro tutelar obterá informações para subsidiá-lo em sua atuação no que tange à prevenção e providências necessárias em casos de racismo na infância e adolescência que se constitui como uma grave forma de maus-tratos. Outro tema importante refere-se ao papel do conselheiro tutelar nos casos de adoção e como seria possível minimizar a rejeição às crianças negras.

Além da coordenação da CEERT, o seminário conta com o apoio da Ordem dos Advogados do Brasil (Seção São Paulo), do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo e do Conselho Municipal de Defesa dos Direitos de Crianças e Adolescentes de São Paulo (CMDCA).

As vagas para participação no seminário são limitadas.

Inscrições e mais informações, acesse: www.ceert.org.br/crianca-adolescente/

Veto às 30 horas será votado no dia 24

O Congresso Nacional (sessão conjunta de deputados e senadores) irá votar dia 24 de fevereiro o Veto nº 31/2014, no qual o Poder Executivo vetou o Projeto de Lei (nº 3338/2008) que institui 30 horas semanais para psicólogos (as) sem redução salarial.

Antes e durante a votação, a Autarquia realizará uma série de mobilizações, com a Federação Nacional dos Psicólogos (Fenapsi), Conselhos Regionais de Psicologia (CRPs) e com toda a categoria para derrubar o veto presidencial. A Gerência de Relações Institucionais do Conselho solicitará audiências com os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ) e senador Renan Calheiros (PMDB/AL) para apresentarem aos dirigentes do Congresso os motivos contrários ao veto.

Nas redes sociais, o CFP pede aos (às) psicólogos (as) que, ao publicar vídeos, compartilhar notícias e fotos sobre as 30 horas para a Psicologia, usem no Twitter e no Facebook a hastag #Derruba31Já.

Também será disponibilizado o texto de uma carta a ser enviada aos parlamentares, além da lista de e-mail de deputados e senadores. 

Mobilização no Congresso 

Na tarde de ontem (11), o CFP, representado pela presidente Mariza Monteiro Borges, intensificou as mobilizações nos gabinetes dos senadores em busca de adesões à derrubada do veto. A conselheira do CFP conversou com lideranças do PSDB, PT, PSD, PDT, PPS, PRB, PDSC_0545TB e PR.

O líder do PSDB naquela Casa, senador Cássio Cunha Lima (PSDB/PB), comprometeu-se pela derrubada do veto e disse que buscará o apoio de seus correligionários para a votação no dia 24.

O senador João Capiberibe (PSB/AP), líder do PSB na Câmara, afirmou que também irá votar pela derrubada do veto, diante da importância e relevância da matéria – aprovada sem contestações nas duas casas – e pela importância da Psicologia na sociedade. O parlamentar também pretende discutir o assunto com companheiros de bancada. 

Nova regra para apreciação de vetos 

Ontem à noite (11), em reuniões separadas, as Mesas Diretoras da Câmara dos Deputados e do DSC_0546Senado Federal discutiram e deliberam propostas de mudanças para apreciação de vetos. A proposta, nominada no Projeto de Resolução do Congresso Nacional (PRN 01/2015), que deverá ser votado no plenário antes da apreciação dos vetos, define que a votação dos vetos será em cédulas eletrônicas, com a identificação do parlamentar. Nessa cédula estarão todos os vetos da respectiva ordem do dia (parte da sessão reservada a votações).

Ainda segundo a proposição, até o início das votações, os parlamentares poderão apresentar destaques, nome dado a sugestões de mudanças pontuais no texto de uma proposição legislativa. A quantidade de destaques, porém, estará limitada ao tamanho de cada bancada. De 5 a 24 deputados ou de 3 a 5 senadores, um destaque; de 25 a 49 deputados ou de 6 a 11 senadores, dois destaques; de 50 a 74 deputados ou  de 12 a 17 senadores, três destaques; e 75 ou mais deputados ou 18 ou mais senadores, quatro destaques.

O tempo dos discursos também será disciplinado. Os oradores inscritos poderão falar por até cinco minutos. Após a fala de quatro senadores e de seis deputados, o processo de votação será iniciado, mesmo com a continuidade dos debates. Os líderes terão até um minuto para orientar as bancadas. 

Ascom/CFP com informações da Agência Senado

CFP lança edital para auxílio financeiro a eventos no âmbito da Psicologia

Foi publicado na edição da última terça-feira (10/02) do Diário Oficial da União (DOU), edital para auxílio financeiro na obtenção de apoio para organização e realização de eventos técnico e/ou científicos. A proposta se referencia no modelo usado pelas agências de fomento como CAPES e CNPq, mas procura privilegiar eventos que não preencham os requisitos desses órgãos, principalmente eventos em primeiras edições. As inscrições podem ser feitas no site do CFP. Clique aqui e se inscreva.

Em uma primeira etapa, serão contempladas propostas de apoio para organização e realização de eventos no âmbito regional, nacional ou internacional que irão ocorrer entre 1º de agosto a 31 de dezembro de 2015. Publicizado o edital, as solicitações serão avaliadas por uma Comissão constituída por: João Carlos Alchieri, Maria da Graça Corrêa Jacques, Nádia Maria Dourado Rocha (CFP), Adelma do Socorro Gonçalves Pimentel (Universidade Federal do Pará/ UFPA), Anamélia Araújo de Carvalho (Universidade Federal da Bahia/UFBA), Ângela Almeida (Universidade de Brasília/UnB), Cleci Maraschin (Universidade Federal do Rio Grande do Sul/ UFRGS) e Francisco Portugal (Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ).

CFP lança edital para auxílio financeiro a eventos no âmbito da Psicologia

O Conselho Federal de Psicologia (CFP) encaminhou para publicação, nesta sexta-feira (06), no Diário Oficial da União (DOU), edital para auxílio financeiro na obtenção de apoio para organização e realização de eventos técnico e/ou científicos. A proposta se referencia no modelo usado pelas agências de fomento como CAPES e CNPq, mas procura privilegiar eventos que não preencham os requisitos desses órgãos, principalmente eventos em primeiras edições. As inscrições das propostas terão início no dia 11 de fevereiro no site da Autarquia.

Em uma primeira etapa, serão contempladas propostas de apoio para organização e realização de eventos no âmbito regional, nacional ou internacional que irão ocorrer entre 1º de agosto a 31 de dezembro de 2015. Publicizado o edital, as solicitações serão avaliadas por uma Comissão constituída por: João Carlos Alchieri, Maria da Graça Corrêa Jacques, Nádia Maria Dourado Rocha (CFP), Adelma do Socorro Gonçalves Pimentel (Universidade Federal do Pará/ UFPA), Anamélia Araújo de Carvalho (Universidade Federal da Bahia/UFBA), Ângela Almeida (Universidade de Brasília/UnB), Cleci Maraschin (Universidade Federal do Rio Grande do Sul/ UFRGS) e Francisco Portugal (Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ).