Transmissão AO VIVO Plenária da APAF – 16 e 17 de dezembro

A Assembleia de Políticas, de Administração e das Finanças do Sistema Conselhos de Psicologia (Apaf) acontece este final de semana, dias 16 e 17 de dezembro, em Brasília/DF, na sede do Conselho Federal de Psicologia (CFP).

Os dois dias do encontro serão transmitidos em tempo real, sábado (16), a partir das 10h, e domingo (17), a partir das 9h, pelo site cfp.org.br.

Realizada pelo menos duas vezes ao ano, a Assembleia do Sistema Conselhos é composta por conselheiros federais e regionais de Psicologia.

O CFP tem até três delegados e o número de representantes regionais varia de um a três, dependendo do número de profissionais inscritos no CRP.













AO VIVO Plenária da APAF

Domingo – 17 de dezembro – Tarde


 Vídeos da Plenária da APAF

Sábado – 16 de dezembro – Manhã


Sábado – 16 de dezembro – Tarde


Domingo – 17 de dezembro – Manhã

Contra a redução da idade penal

O Grupo de Trabalho Nacional da Atuação da (o) Psicóloga(o) no contexto das Medidas Socioeducativas da Assembleia de Políticas, da Administração e das Finanças (Apaf) do Sistema Conselhos de Psicologia, manifesta-se contra a redução da idade penal e  contra o aumento do tempo de internação.
#ReduçãoNãoÉSolução
#SemAumentoTempoInternação

Campanha Psicologia contra a redução da idade penal

Os adolescentes pobres são vítimas da violência do Estado no Brasil. Dados do Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase) apontam que dos 24 mil adolescentes internados no Brasil em 2014, apenas de 15% cometeram crimes contra a vida. Diminuir a idade penal é mais o do que um retrocesso. É encarcerar adolescentes pobres.

A juventude é a principal vítima da violência no país. Números do Atlas da Violência revelam que, entre 2012 e 2015, mais de 30 mil jovens entre 15 e 29 anos, foram assassinados no Brasil, país com a quarta população carcerária do mundo. O fato de a criminalidade aumentar a cada dia nos leva a pensar que as cadeias são a porta de entrada do crime organizado e não espaços de ressocialização.

A Psicologia reconhece a questão dos adolescentes autores de atos infracionais e se preocupa com as violações ocorridas nas unidades de internação. A Psicologia receia o não cumprimento do Sinase e a não implementação de medidas socioeducativas em meio aberto. A Psicologia inquieta-se com o descumprimento do Estatuto da Criança e do Adolescente. O futuro do Brasil não merece cadeia. O futuro do Brasil precisa de educação, de cultura, de saúde e de educação. Todas e todos estão convidados para participar da Campanha Psicologia contra a redução da idade penal. Grave um vídeo.

Use seu celular. Poste o filme nas suas redes sociais com a hashtag #ReduçãoNãoÉSolução.

O Conselho Federal de Psicologia irá compartilhar todos os vídeos. Participe dessa ação em defesa da vida de crianças, de adolescentes e dos jovens do Brasil.

14 de abril: Psicologia na luta por uma educação inclusiva de fato

#CFPAcessível #PraCegoVer: Descrição da imagem: Imagem mostra quatro quadrados grandes, nas cores amarelo, roxo, azul e salmão. No centro, vários lápis de cor, de diferentes tamanhos, cores, larguras, e formas. O lápis vermelho representa a linguagem em Braille. O verde tem um desenho indígena que significa “Festa onde todos dançam”. O lápis roxo tem um formato que facilita o manuseio. Referências textuais na imagem: 14 de abril Dia Nacional De Luta Pela Educação Inclusiva, hashtag #PsiEducaçãoInclusiva e site do CFP www.cfp.org.br.

A Psicologia brasileira comemora o Dia Nacional de Luta pela Educação Inclusiva em 14 de abril e lança campanha digital para divulgar e debater o tema. Às 18h30 do dia 25 de abril, o Conselho Federal de Psicologia (CFP) realizará um debate sobre o tema “Quais as contribuições da Psicologia para Educação Inclusiva?”, com representantes de entidades das áreas de educação, pesquisa e ensino da Psicologia. A atividade será transmitida em tempo real pelo site e mídias digitais do CFP.

Instituído pelo Sistema Conselhos de Psicologia em 2004, o Dia Nacional de Luta pela Educação Inclusiva tem como objetivo mobilizar as (os) psicólogas (os) na defesa de políticas construídas em favor da inclusão escolar de pessoas historicamente excluídas do processo educacional: mulheres, povo negro, populações indígenas, ribeirinhas, quilombolas e ciganas, imigrantes e refugiados, pessoas com deficiência e com habilidades/superdotação, pessoas em sofrimento psíquico, usuárias (os) dos serviços de saúde mental, adolescentes e jovens em conflito com a lei.

As diferenças humanas nos enriquecem. Todos têm direito ao acesso à educação de qualidade. Venha participar do debate. Envie sua opinião e pergunta pelo Facebook e Twitter com a #PsiEducaçãoInclusiva.

Confirme presença no Facebook: https://www.facebook.com/events/292491681192194/

Ajude a difundir esta luta, que também deve ser sua. Use este código <iframe width=”560″ height=”315″ src=”https://www.youtube.com/embed/KVWGL9TYsy8” frameborder=”0″ allowfullscreen></iframe>.

14 de abril: Psicologia na luta por uma educação inclusiva de fato!

 Em 14 de abril, a Psicologia brasileira comemora o Dia de Nacional de Luta pela Educação Inclusiva. Uma data, instituída pelo Sistema Conselhos de Psicologia em 2004, para mobilizar as (os) psicólogas (os) na defesa de políticas construídas em favor da inclusão escolar de pessoas historicamente excluídas do processo educacional.

As (os) profissionais da Psicologia têm buscado, nas diferentes produções teóricas e campos de atuação, avançar no compromisso com processos inclusivos. Aliada a outras áreas do conhecimento, nossa ciência e profissão têm contribuído para a ressignificação da escola e da superação dos conhecidos processos de exclusão explícitos e implícitos que a estruturam.

Ao apoiar os movimentos sociais pela reivindicação de direitos e efetivação de políticas sociais em favor da universalização destes, não podemos deixar de avaliar de forma crítica, entretanto, a nossa histórica contribuição para a exclusão de muitos setores da sociedade. Durante décadas, a educação foi tomada como instrumento de manutenção dos privilégios sociais e econômicos das elites nacionais, restringindo sua incidência junto à classe trabalhadora apenas com vistas à constituição de mão de obra apta ao mercado de trabalho em postos menos valorizados.

Desde a Declaração de Salamanca, em 1994, o Brasil figura entre os países que reconhecem que o sistema escolar vigente produz exclusão e que aprender é um processo contínuo e árduo, sendo absolutamente esperado que todo sujeito humano experimente dificuldades em algum momento. No início dos anos 2000, as políticas inclusivas de educação, fomentadas pelos debates sobre a desigualdade social e o caráter excludente do sistema escolar, ganharam força no Brasil. Tornou-se imperativa a reflexão sobre a garantia do direito à educação a segmentos populacionais reiteradamente hostilizados e impedidos de participar da vida escolar.

Assim, começamos a pensar uma escola que respeite e valorize as mulheres; o povo negro; a população indígena, ribeirinha, quilombola, cigana; imigrantes ou refugiados; pessoas com deficiência e com altas habilidades/superdotação; pessoas em sofrimento psíquico, usuárias dos serviços de saúde mental; adolescentes e jovens em conflito com a lei.

 

#CFPAcessível #PraCegoVer: Descrição da imagem: Imagem mostra figuras desalinhadas nas cores roxo, amarelo, azul e salmão. No canto inferior direito da imagem há uma figura com lápis de cor de diferentes tamanhos, cores, larguras e formas. O lápis vermelho representa a linguagem em Braille. O verde tem um desenho indígena que significa “Festa onde todos dançam”. O lápis roxo tem um formato que facilita o manuseio. Referências textuais na imagem: Parte superior esquerda – 14 de abril Dia Nacional de Luta escrito em letras amarelas. A escola precisa repensar diferenças e desigualdades escrito em letras brancas. Parte inferior esquerda, escrita em cor branca: Debate ao vivo dia 25 de abril às 18h30. Site do Conselho www.cfp.org.br e hashtag #PsiEducaçãoInclusiva.

A consideração das diferenças e das desigualdades presentes na escola leva, necessariamente, a repensarmos o sistema de ensino em suas inúmeras dimensões: estrutura, organização, currículo, práticas, processos formativos e avaliativos, entre outros. As escolas, na perspectiva da inclusão, devem ser ambientes acolhedores para as diferenças humanas, proporcionando experiências de convívio social que enfatizem a riqueza da pluralidade que constitui a sociedade brasileira.  Para tanto, são urgentes políticas, projetos e ações consistentes na área educacional que reconheçam as necessidades específicas de sujeitos e de comunidades.

A educação inclusiva é um tema sobre o qual a Psicologia tem se debruçado com profundidade, o que tem resultado na oferta de farto material teórico e metodológico, disponível nos relatórios de Congressos Nacionais da Psicologia, Seminários e Anos Temáticos da Psicologia na Educação. Há também registros de práticas bem-sucedidas, como o documento do Crepop sobre Psicologia na Educação Básica e o livro Educação Inclusiva, experiências profissionais em Psicologia.

Temos muito a contribuir e, exatamente por isso, defendemos a inserção da Psicologia na Política Nacional de Educação. Muito mais que um mero anseio corporativista, entendemos que a presença de psicólogas (os) nos diversos contextos educacionais – desde a formação de professoras (es) até a gestão das políticas públicas – se fundamenta na certeza de nossa contribuição para que a inclusão não seja mais um termo vazio, bonito no plano das ideias, mas impossível na realidade.

Com convicção, reafirmamos que as diferenças humanas nos enriquecem e seguimos lutando para que todo sujeito tenha acesso à educação de qualidade e em uma perspectiva inclusiva.

 

Confira a primeira edição de 2017 da Revista Psicologia: Ciência e Profissão

Promover diálogos entre prática profissional, formação e pesquisa que contribuam para a produção de conhecimento em Psicologia e para o enfrentamento dos desafios impostos pela conjuntura política e econômica do país. É com esse compromisso que a Revista Psicologia: Ciência e Profissão (PCP) inicia o seu 37º ano.

A edição 37.1 do periódico já está disponível na plataforma SciELO e, nos próximos dias, chegará às bibliotecas das universidades e faculdades com cursos de Psicologia de todo o Brasil.

O primeiro número de 2017 marca a estreia da psicóloga Neuza Maria de Fátima Guareschi, professora doutora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS), como editora do periódico editado pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP) em parceria com o Sistema de Conselhos. “A gestão do XVII Plenário do CFP, juntamente com todo o corpo editorial, aposta na difícil tarefa que é hoje organizar, viabilizar e manter um periódico científico, reconhecendo que o saber psicológico é constituído por uma diversidade de abordagens teóricas, práticas profissionais e de pesquisa”, enfatiza Guareschi no editorial intitulado Saúde, Pesquisa Teórica e Sistema Jurídico.

Excelência internacional

Editada desde 1979, a Revista Psicologia: Ciência e Profissão (PCP) é uma publicação científica de excelência internacional, classificada com a nota A2 no sistema Qualis de avaliação de periódicos da Capes/MEC.

Atualmente, a revista está indexada nas bases da SciELO; Lilacs (Bireme); Clase; Latinex; PsycINFO; Redalyc; e Psicodoc.

Entrevistas com autores

Para ampliar o alcance da Revista Psicologia: Ciência e Profissão, o CFP divulga, semanalmente em seu site, entrevistas com os autores dos artigos da edição corrente. As entrevistas são publicadas, geralmente, às sextas-feiras. Acompanhe pelas redes sociais do Conselho no Facebook, Instagram e Twitter.

Comissão Consultiva em Avaliação Psicológica tem nova composição

Os novos integrantes da Comissão Consultiva em Avaliação Psicológica (CCAP) do Conselho Federal de Psicologia (CFP) para o triênio 2017/2019 tomaram posse nesta sexta-feira (17). Uma das grandes novidades é o caráter democrático da atual composição, que ganhou um importante reforço com a inclusão de representantes da Associação Brasileira de Rorschach e Métodos Projetivos (ASBRo) e do Instituto Brasileiro de Avaliação Psicológica (Ibap), que são instituições de referência nacional quando na área da avaliação psicológica.

Antes dar início à primeira reunião, os membros da CCAP foram recebidos pela Diretoria do CFP. Ao dar as boas-vindas, o presidente, Rogério Giannini, ressaltou a função social da comissão. “Essa é uma comissão estratégica por lidar com algo fundamental para a proteção da sociedade brasileira que são os testes psicológicos. Temos de resguardar para que esses instrumentos nunca sejam usados como forma de controle, mas possam contribuir para avanços da ciência Psicológica, dos conhecimentos sobre a diversidade humana”, afirmou.

A Comissão Consultiva em Avaliação Psicológica é composta cinco psicólogas e três psicólogos das regiões Centro-Oeste, Nordeste, Sudeste e Sul. A coordenação dos trabalhos é feita por dois conselheiros federais: Fábian Rueda, da Universidade São Francisco/SP, e Daniela Zanini, da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC/GO).

“A posse desta comissão concretiza o retorno do diálogo com as entidades, numa demonstração de que o XVII Plenário entende que CFP não pode ser o único representante da Psicologia brasileira”, afirmou o conselheiro Pedro Paulo Bicalho. “Houve um entendimento das próprias entidades de que a CCAP deveria agregar experiência e renovação”, complementou o coordenador Fábian Rueda, ao explicar que a formação atual reúne psicólogos que já atuaram na comissão e outros estreantes.

Com mandato de três anos, os membros da CCAP têm por missão discutir e propor diretrizes, normas e resoluções sobre avaliação psicológica, além de conduzir o processo de avaliação dos instrumentos psicológicos por meio do Sistema de Avaliação de Instrumentos Psicológicos (Satepsi).Na visão da coordenadora Daniela Zanini, a gestão dialogada com as entidades e o compromisso ético com a Psicologia enquanto ciência e profissão serão os grandes pilares do trabalho da CCAP até 2019.

Nesta primeira reunião do ano, a Comissão Consultiva de Avaliação Psicológica tratou dos seguintes assuntos: análise da situação atual dos trabalhos da CCAP; avaliação de testes no Satepsi; revisão e atualização de documentos de acordo com as demandas atuais da área. A comissão também confirmou presença no 8º Congresso Brasileiro de Avaliação Psicológica, que será realizado de 2 a 5 de maio em Florianópolis/SC.

Composição CCAP – gestão 20017/2019

Coordenação

Fábian Rueda (Universidade São Francisco/SP)

Daniela Zanini (Pontifícia Universidade Católica de Goiás – PUC/GO)

Região Centro-Oeste

Ana Cristina Resende (Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC/GO))

Região Nordeste

Lucila Moraes Cardoso (Universidade Estadual do Ceará (UECE))

Josemberg Andrade (Universidade Federal da Paraíba (UFPB))

Região Sudeste

Ana Paula Noronha (Universidade São Francisco/SP)

Felipe Valentini

Universidade Salgado de Oliveira (Universo/RJ)

Região Sul

Caroline Reppold (Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre)

I Simpósio Nacional Psicologia e Compromisso Social: “Da crítica à psicologia à psicologia crítica”

Com o tema “Da crítica à psicologia à psicologia crítica: embaraços no percurso”, o Instituto Silvia Lane realiza, de 20 a 22 de março, na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), o I Simpósio Nacional Psicologia e Compromisso Social. As inscrições podem ser feitas no site do instituto.

Para homenagear o psicólogo Marcus Vinícius Oliveira, o Matraga, brutalmente assassinado em fevereiro de 2016, em Jacuípe (BA), em circunstâncias até hoje não esclarecidas, o Memorial Marcus Matraga será lançado durante o evento. Trata-se de um acervo virtual de vídeos, textos, fotografias e áudios de entrevistas com o profissional, militante histórico da saúde mental, dos direitos humanos e da luta antimanicomial.

O Conselho Federal de Psicologia (CFP), apoiador do evento, também contribuiu com a construção do Memorial Marcus Matraga, com a cessão de imagens e textos do período em que Marcos Vinicius foi conselheiro da instituição.

Serviço

I Simpósio Nacional Psicologia e Compromisso Social

Lançamento do Memorial Matraga

Data: 20 a 22 de março de 2017

Local: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Campus Perdizes, Rua Monte Alegre, 984, São Paulo (SP)

Veja o programa do Simpósio Nacional Psicologia e Compromisso Social.

ULAPSI lança vídeo sobre a situação das mulheres na América Latina

Na apresentação do vídeo, a psicóloga Biancha Angelucci, membro do Conselho Executivo da ULAPSI, explica que o objetivo da ação é convocar “psicólogas e psicólogos a trabalhar pelo enfrentamento da violência contra a mulher e na promoção de políticas de equidade entre os gêneros”.

Criada em 2002, na Cidade de Puebla, Méx­ico, a ULAPSI reúne 60 entidades da Psicologia de 16 países da América Latina, entre elas o Conselho Federal de Psicologia (CFP), formando uma rede de artic­u­lação cien­tí­fica, profis­sional e acadêmica, sem fins lucra­tivos, e comprometida com a problemática social latino-americana.

A ULPASI trabalha pelo desenvolvimento da Psicologia, como ciência e profissão, por meio da promoção ao inter­câm­bio cien­tí­fico entre psicól­o­gos e pesquisadores, da difusão de nor­mas éticas e do incen­tivo à for­mação em Psi­colo­gia que resul­te em exer­cí­cios profis­sion­ais qual­i­fi­ca­dos e com­pro­meti­dos com a con­strução de condições dig­nas de vida para os povos da América Latina.

Fator de Qualidade ANS: prazo final encerra em 31/3

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) prorrogou até 31/3 o prazo para profissionais de saúde e clínicas preencherem o questionário de certificação do Fator de Qualidade (FQ).  O indicador é utilizado como critério para reajuste dos contratos entre operadoras de planos de saúde e prestadores, quando há previsão de livre negociação e não existe acordo nos primeiros 90 dias do ano. Nesses casos, a base utilizada para atualização dos valores é o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) aplicado a um dos três níveis do Fator de Qualidade: (A) 105%, (B) 100% e (C) 85%.

Uma das exigências para as clínicas e consultórios, por exemplo, é a titulação dos profissionais de saúde que atuam nos estabelecimentos isolados. No caso específico das clínicas, para que tenham o nível A (105% do IPCA de reajuste), o critério será a proporção de 50% ou mais de profissionais de saúde com uma das seguintes titulações: residência multiprofissional em saúde, título de especialista/pós-graduação latu senso ou stricto senso.

Para alcançar o reajuste máximo de 105% do IPCA, os profissionais de saúde devem comprovar uma das titulações (residência, título de especialista, pós-graduação latu senso ou stricto senso); responder ao questionário; e assistir a um vídeo sobre qualidade em saúde, que trata da introdução ao tema “cuidado centrado na pessoa”. Caso o profissional não possua a titulação exigida para obter o percentual máximo de 105% do IPCA de reajuste, poderá obter 100% respondendo ao questionário e assistindo ao vídeo.

As clínicas e profissionais que não atendam a nenhuma das exigências da ANS estarão sujeitos ao reajuste de 85% do IPCA. A Agência sugere que o formulário seja preenchido por todos os prestadores, mesmo aqueles que não se enquadram no FQ, pois ele servirá também de base para a realização de uma pesquisa sobre os prestadores de serviços na saúde suplementar, fornecendo subsídios para a elaboração de políticas e programas como o Qualiss – Programa de Qualificação dos Prestadores de Serviços na Saúde Suplementar.​

Acesse os questionários nos links abaixo: 

Questionário para profissionais  – https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSefIdOvm86wG1Ob_Xhc4xZT-JJG2gPTsSg4mIcmMGlgRZ8ZVQ/viewform

Questionário para clínicas – https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfEAt7kKKhe7DOy9eu8MZ1HDYsY-G-T6tpiUbDHnOQpRWtJaw/viewform

Saiba mais: 

Nota Técnica n.º 45/2016 

Lei nº 13.003

Resolução Normativa 364/2014

Instrução Normativa 61/2015

Portal ANS

8 de março: Psicólogas, lutar para avançar!

Pela defesa dos direitos das mulheres e em repúdio a todos os tipos de violência contra elas, o Conselho Federal de Psicologia (CFP) convida todas as psicólogas a se engajarem, nesta quarta-feira, na Greve Internacional de Mulheres.

O movimento, que tem como slogan a frase “Se nosso trabalho não vale, produzam sem nós”, está articulado em pelo menos 30 países e convoca mulheres a deixar seus postos de trabalho e tomar as ruas com bandeiras de combate a políticas que levam ao empobrecimento feminino, à violência e ao desrespeito aos direitos reprodutivos. No Brasil, a paralisação será também de resistência à reforma da Previdência. A ideia é transformar o dia 8 de março de 2017 em um ato histórico: o Dia Sem Mulher.

Atividades de Conselhos Regionais para o Dia Internacional da Mulher

Distrito Federal – Café da manhã no parque da cidade em comemoração ao Dia Internacinal da Mulher no dia 11/03/17, a partir das 9 horas da manhã. Mais informações: https://www.facebook.com/crp01df/?fref=ts

Mato Grosso do Sul – GREVE INTERNACIONAL DE MULHERES, em Campo Grande, Praça Ary Coelho, às 8h, com a presença dos movimentos sociais.A Marcha por direitos está programada para começar às 10h.

Minas Gerais – Ato unificado em Belo Horizonte, 8 de março, às 16 horas na Praça da Liberdade.

Paraná – Jornada Mulheres em Ação – Dias 08, 11 e 25 de março de 2017 em Curitiba. Mais informações: https://www.facebook.com/crppr/?fref=ts

Rio de Janeiro – Seminário “Mulheres Iguaçuanas, Igualdade é respeito”. Organização: Prefeitura de Nova Iguaçu. Apoio: CRP-RJ Data: 8 de março. Horário: 17h. Local: Casa de Cultura de Nova Iguaçu;;

-III Seminário Violência contra a Mulher e Políticas Públicas. Organização: CRP-RJ. Data: 22 de março. Horário: 9h às 13h. Local: Casa de Cultura de Nova Iguaçu;

– Debate “Amoladores de faca na trincheira do feminino”. Organização: CRP-RJ.. Data: 24 de março. Horário: 17h às 21h. Horário: 17h às 21h Local: Município de Mesquita.

Rio Grande do Norte – Cine Conversa com o filme “LOUCAS DE ALEGRIA”, no dia 15/03, às 18hs, no auditorório grande do Departamento de Educação Física da UFRN.

 

 

 

 

 

 

 

QUADRO-ILUSTRATIVO-DO-DIA-DA-MULHER

Fonte: https://www.8mbrasil.com/

 

A greve internacional no Brasil

Confira a programação na sua cidade:

Capitais/Estados em ordem alfabética:

BELÉM: (https://goo.gl/90fPXG)
BOA VISTA: (https://goo.gl/EJowb1)
BRASÍLIA: (https://goo.gl/2frg6O)
CAMPO GRANDE: (https://goo.gl/jFkDVY)
CUIABÁ: (https://goo.gl/xWI3tw)
CURITIBA: (https://goo.gl/iNEFsK)
FORTALEZA: (https://goo.gl/SG8Tb4)
GOIÂNIA: (http://zip.net/bktFgy)
MACAPÁ: (https://goo.gl/X4y9mt)
MACEIÓ: (https://goo.gl/xgni6m)
PALMAS: (https://goo.gl/q8Sb1a)
PARAÍBA: (https://goo.gl/2ZgWao)
PORTO ALEGRE (https://goo.gl/yD3Blo)
RECIFE: (https://goo.gl/OVSsLi)
RIO BRANCO: (https://goo.gl/wyj5vN)
RIO DE JANEIRO (https://goo.gl/WJ1Eug)
SALVADOR: (https://goo.gl/RVboI2)
SANTA CATARINA: (https://goo.gl/T5VeUr)
SÃO LUIS: (https://goo.gl/dLldpx)
SÃO PAULO: (https://goo.gl/hvpSTi)
VITÓRIA: (https://goo.gl/qI6Ytg)

Demais cidades em ordem alfabética:

AMAMBAI (MS): (https://goo.gl/fm26j5)
ATIBAIA (SP): (https://goo.gl/ShzCKg)
ARARAQUARA (SP): (https://goo.gl/P61WKS)
BRUSQUE (SC): (https://goo.gl/QcRmWp)
CAJAZEIRAS (PB): (https://goo.gl/6Kc0Ym)
CALDAS (MG): (https://goo.gl/mTQG2b)
CAMPINA GRANDE (PB): (https://goo.gl/ZXibvt)
CAMPINAS (SP): (https://goo.gl/ZtP6cx)
DOURADOS (MS): (https://goo.gl/HTv9do)
ESTEIO (RS): (https://goo.gl/9tNJbJ)
GUARAPUAVA (PR): (https://goo.gl/xhF64r)
IMPERATRIZ (MA): (https://goo.gl/iqiTpz)
IRATI (PR): (https://goo.gl/JlkvrH)
JATAÍ (GO): (https://goo.gl/jozisu)
JAGUARÃO (RS): (https://goo.gl/QjIlDX)
JOINVILLE (SC): (https://goo.gl/SIqxU8)
JUIZ DE FORA (MG): (https://goo.gl/CvUoo9)
LONDRINA (PR): (https://goo.gl/yM7pv9)
MACAÉ (RJ): (https://goo.gl/d5FtCt)
MARINGÁ (PR): (https://goo.gl/J90s9h)
NOVA IGUAÇU (RJ) + BAIXADA FLUMINENSE: (https://goo.gl/R2OLqp)
NOVO HAMBURGO (RS): (https://goo.gl/9tNJbJ)
OURO PRETO (MG): (https://goo.gl/rDfajK)
PARANAGUÁ (PR): (https://goo.gl/6KHSnW)
PELOTAS (RS): (https://goo.gl/B8Xeej)
PETRÓPOLIS (RJ): (https://goo.gl/hfVFgF)
QUIXADÁ (CE): (https://goo.gl/Arn0HF)
RIO BRANCO (RS): (https://goo.gl/QjIlDX)
SANTA MARIA (RS): (https://goo.gl/Gaq2rR)
SANTARÉM (PA): (https://goo.gl/CGc2Bm)
SANTOS (SP): (https://goo.gl/2hVBTn)
SÃO BORJA (RS): (https://goo.gl/JWxLsM)
SÃO LEOPOLDO (RS): (https://goo.gl/9tNJbJ)
SÃO LUIZ DO PARAITINGA (SP): (https://goo.gl/1CaUpF)
SAPUCAIA (RS): (https://goo.gl/9tNJbJ)
SOBRAL (CE): (https://goo.gl/9fJorT)
TRÊS RIOS (RJ): (https://goo.gl/er8gKT)
UBERLÂNDIA (MG): (https://goo.gl/sdzubI)
UNIÃO DA VITÓRIA (PR): (https://goo.gl/AYXl5I)
VOLTA REDONDA (RJ): (https://goo.gl/FhMjh8)

Se deseja criar um evento da Greve Internacional de Mulheres na sua cidade, há material gráfico em alta resolução disponível no site: www.8mbrasil.com

Se já organizou o evento da Greve Internacional de Mulheres em sua cidade, compartilhe o link em: https://www.facebook.com/events/1846507865622383/