Psicologia e gênero

A União Latino-americana de Entidades da Psicologia (Ulapsi) vai promover, às 15h de 6 de outubro, debate digital sobre “Psicologia e Gênero”. A proposta é enfocar os riscos de que as orientações sexuais não heteronormativas voltem a ser tratadas como doença. O evento marca as comemorações do Dia da Psicologia Latino-Americana, celebrado em 8 de outubro.

Assista ao vivo em www.tvpuc.com.br.

A questão da patologização das homossexualidades voltou a tomar conta da pauta nacional, desde o dia 15 de setembro, quando uma liminar expedida pela Justiça do Distrito Federal – em ação popular contra a Resolução 01/99 do Conselho Federal de Psicologia (CFP) abriu a possibilidade de que psicólogos promovam atendimentos de reorientação sexual.

“Esse é um tema muito importante não apenas no Brasil, mas no contexto de toda a América Latina. Na maioria dos países latino-americanos, as pessoas com orientações sexuais não heteronormativas não têm seus direitos sociais reconhecidos. Ou seja, os países ainda precisam avançar muito na garantia da equidade”, afirma Carla Biancha Angelucci, secretária tesoureira da Ulapsi.

Além de Biancha Angelucci, como mediadora, o debate sobre Psicologia e gênero vai contar com as presenças das psicólogas Sandra Spósito e Norma Cosmo, integrantes do Conselho Federal de Psicologia, e Dalcira Ferrão, membro do Conselho Regional de Psicologia de Minas Gerais (CRP-04).

Debate Psicologia e gênero: Resolução CFP 01/99

Data: 6/10/2017 (sexta-feira)
Hora: 15h
Transmissão ao vivo em: www.tvpuc.com.br

13º Conpe: Democratizando a Educação

Até sábado (30/9), a capital Salvador (BA), recebe psicólogas (os)  de todo o Brasil no 13º Congresso Nacional de Psicologia Escolar e Educacional (Conpe). O presidente do Conselho Federal de Psicologia (CFP), Rogerio Giannini, a vice-presidente, Ana Sandra Fernandes, a conselheira-tesoureira, Norma Cosmo, e as conselheiras Clarissa Guedes e Regina Pedroza estão representando o CFP no evento,  realizado pela Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional (Abrapee).

“Pela Democratização da Educação” é o tema central dos debates do 13º Conpe. Na abertura, dia 27/9, Rogerio Giannini ressaltou a importância da parceria do CFP com as entidades que cuidam da Educação, particularmente com a Abrapee, instituição que discute a presença qualificada da Psicologia nos processos educacionais. Giannini explicou a preocupação do CFP com os rumos da sociedade brasileira e com os ataques que a escola tem sofrido, como o corte de verbas e as propostas da escola sem partido. “Existem também diversos projetos de lei nos municípios e nos estados que tentam impedir a inclusão de pautas importantes no currículo escolar. A questão de gênero é uma delas”.

Representação –  O CFP montou um estande institucional no evento para distribuição folhetos, livros e exibição de vídeos relacionados à temática. Além disso, representantes da autarquia vão participar, nesta sexta-feira (29/9), das discussões sobre ensino a distancia, mesmo dia do lançamento da publicação “Relações raciais: referências técnicas para a prática da(o) psicóloga(o)”.

 

 

Assistência psicológica continuada a atletas

O Projeto de Lei nº 7.683/2017, que garante assistência psicológica continuada a atletas, está em consulta pública pela internet. Até o 30 de setembro, interessados em contribuir com o debate podem enviar sugestões ao relator da proposta na Comissão de Esporte do Senado Federal por meio da ferramenta Wikilegis (https://edemocracia.camara.leg.br/wikilegis).

O Conselho Federal de Psicologia (CFP) defende a aprovação da proposta por entender que ela é de grande relevância para a Psicologia esportiva brasileira e para a saúde dos atletas profissionais. De acordo com o diretor Pedro Paulo Bicalho, esse projeto vem suprir lacuna deixada pela Lei 9.615/1998, que até então só mencionava como dever dos clubes em relação à saúde dos atletas a oferta de exames médicos e clínicos.

“A assistência psicológica aos atletas não se refere apenas ao campo tradicional do atendimento psicoterapêutico, mas versa sobre a otimização da performance do atleta por meio de treinamentos de habilidades psicológicas que são imprescindíveis ao esporte: concentração, foco, atenção, memória, controle da ansiedade, gerenciamento de estresse e motivação”, explicou o diretor do CFP, durante audiência pública na Comissão de Esporte do Senado Federal, em agosto.

Há 15 anos atuando como psicóloga esportiva, Andreia Cardoso comprova no dia a dia como o acompanhamento psicológico faz a diferença na carreira dos atletas profissionais. “Não basta estar bem preparado tecnicamente e fisicamente. Existe uma terceira força na base de sustentação de um atleta de alto rendimento que é o preparo emocional para encarar desafios e pressões”, afirma.

Segundo Cardoso, que trabalha na categoria de base de um clube carioca de futebol da série A, o atleta profissional precisa ser resiliente e estar preparado para suportar as pressões que envolvem a prática esportiva. São cobranças que vêm do desejo pessoal de conquistar novos desafios; dos clubes e equipes envolvidas em seu preparo; da torcida e da imprensa. “Ele é o tempo todo cobrado por sua performance. Às vezes, os atletas são vistos como máquina, mas são seres humanos. E o ganho do acompanhamento psicológico é justamente esse: não apenas ajudar no treinamento mental, na otimização da performance, mas nas questões de suporte emocional para todos os desafios que a carreira de atleta exige”, explica Andreia.

Resistência à presença dos psicólogos no esporte

O educador físico Anthoni Santoro aponta outro aspecto importante de os atletas contarem com atenção psicológica: o preparo para a aposentadoria. “Quanto estão na ativa, talvez não percebam a importância desse acompanhamento, mas quando encerram a carreira e ocorre a morte pública (da fama ao ostracismo) eles se desesperam porque não se prepararam para fazer outra coisa além do esporte”, diz.

Na sua experiência de mais de 20 anos como treinador de times de futebol – categorias de base e profissional –, Santoro testemunha os aspectos positivos da presença de um psicólogo na equipe técnica dos clubes esportivos. Ele reconhece que ainda há muita resistência à entrada da Psicologia enquanto suporte emocional para os atletas. “A Psicologia não é vista como prioridade. Há muitos treinadores que não aceitam e os clubes pequenos, por falta de recursos, acabam abrindo mão deste profissional”, comenta.

Mesmo nos grandes clubes, que têm departamento de Psicologia, o serviço ainda se organiza de forma precária, segundo Anthoni Santoro. “Acho ineficaz ainda porque são poucos psicólogos e a demanda é muito grande. Os clubes não pagam um valor condizente com o trabalho dos psicólogos. Também é preciso ter consciência que o trabalho não é a curto prazo. Os psicólogos não são bombeiros que chegam para apagar incêndio. O trabalho é a médio e longo prazo”, resume.

Esporte como instrumento de promoção à saúde

Rodrigo Acioli Moura, da Associação Brasileira de Psicologia do Esporte (Abrapesp), aponta que um equívoco do PL nº 7.683/2017 é estar focado apenas nos atletas profissionais de alto rendimento, especialmente do futebol. “O esporte é uma ferramenta para o desenvolvimento. O indivíduo será um bom atleta se ele estiver bem de saúde. Infelizmente, o esporte de alto rendimento deixou de ser saúde e bem-estar. Muitas lesões e profundo estresse marcam a carreira. Por isso, o trabalho do psicólogo deve ser também de promoção à saúde, de apoio à construção de um ambiente profissional mais saudável”, avalia.

O diretor Pedro Paulo Bicalho explica que a promoção da saúde é a grande preocupação do CFP com o projeto. “A lógica de saúde não pode ser menor que a lógica de mercado. Saúde não é ônus, mas investimento”, afirma. Bicalho ressalta que o objetivo do Conselho Federal de Psicologia ao defender o projeto não é fazer reserva de mercado, mas debater o cuidado com a saúde psicológica dos atletas brasileiros.

CFP lança documento de referência sobre relações raciais para profissionais da Psicologia

Contribuir para superar o racismo, o preconceito e a discriminação é o principal objetivo do Conselho Federal de Psicologia com a publicação “Relações raciais: referências técnicas para a prática da(o) psicóloga(o)”. O documento, produzido pelo Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas (Crepop), tem lançamento previsto, dia 29 de setembro, no 13º Congresso Nacional de Psicologia Escolar e Educacional: pela democratização da educação (Conpe), em Salvador (BA).

O presidente do CFP, Rogerio Giannini, a vice-presidente, Ana Sandra Fernandes, e conselheira-tesoureira, Norma Cosmo, e as conselheiras Clarissa Guedes e Regina Pedroza vão representar a entidade no evento.

A elaboração das referências foi solicitada pela categoria, durante o 9º Congresso Nacional da Psicologia (CNP 2016), no qual diversas propostas indicaram a necessidade de promover o combate ao racismo. A conselheira Clarissa Guedes explica que “o material vai contribuir para qualificar a atuação profissional no que diz respeito à diversidade racial e ao sofrimento psíquico advindo do racismo”.

“Se pensarmos no mito da democracia racial, o caderno vem para desmistificar esse lugar”, explica a conselheira Célia Zenaide. Para ela, é necessário olhar para parcela da população que não é a minoria, mas sim a maior parte da população brasileira deixada à margem da sociedade.

A publicação faz um mapeamento sobre o racismo no Brasil e também dos esforços que empreendidos para sua superação. Ajuda, ainda, na compreensão do cenário, dos mecanismos acionados para reduzir e eliminar direitos humanos e do desmonte de políticas públicas. Na visão do conselheiro Paulo Maldos, da Comissão de Direitos Humanos do CFP, “são ferramentas para construir resistências e caminhos e retomar mecanismos de enfrentamento do racismo”.

A psicóloga Clélia Prestes, da comissão responsável pela redação da referência técnica, enfatiza que pessoas com identidades e características psicológicas diferentes precisam ter um atendimento que considere suas especificidades. Segundo ela, quando se pensa na prática da Psicologia pautada pela raça é possível dar mais qualidade ao atendimento, a partir da equidade. O impacto da publicação é ainda maior para as mulheres negras. “A grande maioria das pessoas que procura a clínica, por exemplo, é formada por mulheres e, nos serviços públicos, por mulheres negras, então, é importante ter a prática com o recorte de raça garantido.”

Para mais informações sobre o 13º Congresso Nacional de Psicologia Escolar e Educacional: pela democratização da educação (Conpe), acesse o site sobre o evento: www.conpe2017.ufba.br.

Aviso de pauta – Coletiva de Imprensa: CFP interpõe agravo de instrumento contra liminar relacionada à Resolução CFP 01/99

O Conselho Federal de Psicologia (CFP) interpôs, na tarde de quinta-feira (21), agravo de instrumento contra a liminar concedida parcialmente, em 15 de setembro, pelo juiz Waldemar Cláudio de Carvalho, da Seção Judiciária do Distrito Federal, contra a Resolução CFP 01/99, atendendo ação popular. A norma orienta os profissionais da área a atuar nas questões relativas à sexualidade. A decisão liminar abre a perigosa possibilidade de uso de terapias de (re)orientação sexual. A ação foi movida por um grupo de psicólogas (os) defensores dessa prática, que representa uma violação dos direitos humanos e não tem qualquer embasamento científico. O recurso foi interposto via Tribunal Regional Federal da 1ª Região.

O presidente do CFP, Rogério Giannini, o conselheiro-secretário, Pedro Paulo Bicalho, e advogados da autarquia vão atender a imprensa para explicar o recurso nesta sexta-feira (22/9), às 11h, na sede da entidade.

 

Coletiva de imprensa
Data: 22 de setembro de 2017 (sexta-feira)
Hora: 11h
Local: Sede do Conselho Federal de Psicologia – SAF Sul (Setor de Administração Federal Sul), Quadra 2, Bloco B, Ed. Via Office, Térreo, Sala 104, Brasília, DF

CFP adere ao Alerta Feminista em favor dos direitos das mulheres

O Conselho Federal de Psicologia assinou, dia 31 de agosto, o “Alerta Feminista” em favor dos direitos das mulheres para a legalização do aborto. O documento, iniciativa da Frente Nacional contra a Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto, foi criado para reforçar a luta do movimento feminista diante do atual cenário político.

“O poder legislativo brasileiro está tomado por uma bancada racista, machista, fundamentalista, violadora-de-direitos, que se fortalece através de ataques sórdidos à autonomia das mulheres”, diz o texto. No tema dos direitos reprodutivos os projetos de lei conservadores impactam negativamente as mulheres, mais intensamente as mulheres negras e dos setores populares, com menos acesso a direitos.

O movimento da Frente Nacional contra a Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto existe desde 2008 e luta pelo direito ao aborto legal para todas as mulheres brasileiras, pelo tratamento do problema do aborto na esfera da saúde pública ao invés da esfera penal, que criminaliza e mata principalmente as mulheres pobres e negras, e deixa todas as mulheres em situação de vulnerabilidade.

Confira o Calendário de Mobilizações:

27 de setembro – 2ª Virada Feminista Online #PrecisamosFalarSobreAborto 24 h – Este ano a Virada começará à meia noite do dia 26 de setembro para terminar à meia noite do dia 27. Vocês poderão assistir tudo ao vivo pelo facebook e, semanalmente, uma circular como esta será emitida a todas as organizações signatárias do Alerta FEMINITA com mais informações. Nos dias 11, 12 e 13 de setembro haverá um Esquenta da Virada Feminista Online às 19h e às 20h, também via facebook.

28 de setembro – Atos públicos em diferentes cidades do país.

O bem viver dos povos indígenas

“O bem viver dos povos indígenas: diálogos, desafios e perspectivas” é o tema do seminário que será realizado, dias 14 e 15 de setembro, na Universidade da Amazônia (Unama), em Belém. O evento busca provocar momentos de diálogo entre os povos indígenas, os trabalhadores de políticas públicas e pesquisadores do tema.

O seminário é realizado pelo Conselho Regional de Psicologia 10ª Região – Pará/Amapá (CRP10), por meio do Grupo de Trabalho Psicologia e Povos Indígenas, pelo Distrito Sanitário Especial Indígena Guamá Tocantins (Dsei Guatoc/Sesai/MS) e pela Universidade da Amazônia (Unama).

As inscrições, gratuitas, podem ser efetuadas por meio do formulário eletrônico disponível em https://goo.gl/forms/cC231w0wa7qc0Pl53.

 


Serviço

Seminário: “O bem viver dos povos indígenas: diálogos, desafios e perspectivas”
Data: 14 e 15 de setembro de 2017
Horário: 9h
Local: Av. Alcindo Cacela,287, Belém, Pará

 

Programação

14 de setembro

9h – Abertura.

10 – Mesa de abertura institucional.

10h40 – Fala de representante indígena.

 

Intervalo

14h – Mesa: “Os efeitos sociais das intervenções do Estado sobre territórios indígenas: Belo Monte, Marco Temporal, CPI da Funai no atual contexto de violação dos direitos indígenas”.

16h – Mesa: “Emergência étnica, associativismo e movimento social indígena”.

 

15 de setembro

9h – Mesa: “O bem viver dos povos indígenas: caminhos para o cuidado integral”.

10h30 – Mesa: “O bem Viver dos Povos Indígenas: indissociabilidade entre saúde e educação intercultural”.

 

Intervalo

14h – Mesa: “O futuro da Psicologia no Conselho Regional de Psicologia 10 (PA- AP)”: plano de trabalho do Grupo Psicologia e Povos Indígenas. Povos Indígenas e Questões de Gênero.

16h – Mesa: “Povos indígenas e questões de gênero”.

Aviso importante

Informamos que, em decorrência de manutenção dos servidores de internet do CFP, alguns serviços on-line, como site, Cadastro Nacional de Psicólogos, Satepsi, Cadastro de Sites e Portal da Transparência, poderão ficar indisponíveis neste sábado (2/9), das 8h às 12h.

Fóruns de Conselhos Federais no CFP

 

31 de agosto foi marcado por duas reuniões na sede do Conselho Federal de Psicologia (CFP), em Brasília: o Fórum dos Conselhos Federais de Profissões Regulamentadas e o Fórum dos Conselhos Federais da Área de Saúde. O CFP foi representado nos encontros pelos conselheiros Pedro Paulo Bicalho e Regina Pedrosa.

Essa foi a primeira vez que o Fórum dos Conselhos Federais de Profissões Regulamentadas se reuniu no CFP. A Lei. 13.444/2017, que dispõe sobre a Identificação Civil Nacional (ICN) e o Projeto de Lei 6889/17, que limita a atuação de Conselhos de Educação Física ao registro profissional dos responsáveis pela empresa, foram alguns dos assuntos discutidos pelo grupo durante a manhã.

À tarde, os membros do Fórum dos Conselhos Federais da Área da Saúde discutiram a reativação da Câmara Técnica de Regulação.

Veja as imagens:

 

Diálogos itinerantes: a hora do Rio Grande do Norte

Reunião entre diretores do Conselho Federal de Psicologia (CFP) e do Conselho Regional de Psicologia do Rio Grande do Norte (CRP-RN) encerrou, em 25 de agosto, o segundo dia de atividades da XV Semana de Psicologia. Visita integra rodada de reuniões com representantes dos regionais para estreitamento do diálogo.

Em 2017, membros da diretoria do CFP já estiveram nos CRPs do Ceará, Paraíba, Alagoas, Pernambuco, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Tocantins. A expectativa é que esses encontros continuarão acontecendo ao longo do ano.

No encontro no Rio Grande do Norte, o CFP foi representado pela vice-presidente, Ana Sandra Fernandes, pelo secretário, Pedro Paulo Bicalho, e pela tesoureira Norma Cosmo. O encontro contou com parte do IV Plenário “Cuidar, Resistir, Transformar” e de servidores CRP-RN, que ressaltaram a importância de alinhamento entre as demandas nacionais e os desafios locais e, principalmente, da aproximação, vinculação e horizontalidade na consolidação da gestão.

A reestruturação do Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas (Crepop), as demandas nacionais, a agenda de eventos, as articulações, a participação nos espaços de representação (como o Conselho Nacional de Direitos Humanos, por exemplo) e a recomposição de parceiras com as entidades da Psicologia e de outras categorias profissionais foram os principais pontos discutidos.

Para a presidente do CRP-RN, Daniela Rodrigues, “a disponibilidade demonstra reconhecimento de que não apenas todas as Psicologias nos interessam, mas que todos os Conselhos Regionais são importantes para a consolidação do Sistema Conselhos”.