CFP participa de audiência pública sobre violência física e psicológica em crianças e adolescentes no esporte

Denúncias de violência física e psicológica têm se tornado recorrentes no esporte nos últimos anos, principalmente envolvendo crianças e adolescentes esportistas, não apenas pelo Brasil como pelo mundo inteiro. Para tratar do tema, a Câmara dos Deputados realiza, nesta terça-feira (8), a audiência pública “Violência física e psicológica no esporte em crianças e adolescentes”. O encontro será às 14h30, no Anexo II, Plenário 04 da Câmara, e será transmitido ao vivo pelo site: https://edemocracia.camara.leg.br/audiencias/sala/1209.

O Conselho Federal de Psicologia (CFP) estará representado na audiência pelo psicólogo Rodrigo Acioly, ex-presidente da Associação Brasileira de Psicologia do Esporte (Abrapesp) e também representará a entidade no evento. Além do CFP, estarão presentes representantes de federações esportivas, do Ministério Público, do Judiciário e de sindicatos de atletas.

Atuação da Psicologia

Apesar de casos sobre violência física e psicológica sempre permearam o mundo do esporte, inclusive nas categorias de base e nas escolinhas esportivas, alguns atletas e ex-atletas têm começado a relatar histórias pessoais sobre o assunto, do que viram ou do que já sofreram.

Para o psicólogo do esporte Rodrigo Acioly, o fato dessas histórias estarem sendo compartilhadas com o público e as denúncias serem levadas a diante, faz com que muitas pessoas comecem a se sensibilizar e falar sobre o assunto. “Algumas pessoas não fazem denuncia por medo de retaliações, ameaças e por julgamentos alheios. Acontece que essas histórias já começaram a aparecer dentro dos consultórios, na sociedade, nos projetos sociais e instituições que atuam com a Psicologia”, justifica.

Segundo ele, estudos, pesquisas, referências sobre violência física e psicológica já existem no mundo da Psicologia, dados esses que podem ser utilizados para ajudar as(os) profissionais, independente da área de atuação e linha teórica, a lidarem com o assunto.

Acolhimento

Acioly aponta que a escuta e o acolhimento sempre foram ferramentas primordiais na prática profissional. No entanto, o que fazer com essas informações também é importante. “Os profissionais não devem ser coniventes com qualquer tipo de violência. Se ele representa uma instituição violadora, ele deve pensar modos, maneiras de interferir e intervir nessas situações”, reforça.

Rodrigo Acioly diz que essa abordagem precisa respeitar a relação “cliente-terapeuta”, pensando junto com a pessoa modos de lidar com a situação, seja acionando as(os) responsáveis, pessoas de confiança, instituições competentes e/ou profissionais também de áreas competentes. “A psicóloga e o psicólogo enquanto profissional, e, principalmente enquanto cidadão, deve utilizar o seu conhecimento e suas ferramentas de trabalho para amenizar qualquer tipo de sofrimento e qualquer tipo de ação que possa ser causadora de sofrimento”, finaliza.

Serviço

Câmara dos Deputados

Audiência Pública: Violência física e psicológica no esporte em crianças e adolescentes

Horário: 14h30

Local: Anexo II, Plenário 04

Saiba mais: https://www.camara.leg.br/evento-legislativo/57361

Abaixo-assinado pela sanção do PL 3688/2000 sobre Psicologia e Serviço Social na rede pública de ensino

O Conselho Federal de Psicologia (CFP) convida a categoria a se mobilizar e participar do abaixo-assinado para pressionar pela sanção pelo Executivo do Projeto de Lei 3688/2000, que dispõe sobre a prestação de serviços de Psicologia e de Serviço Social nas redes públicas de educação básica.

Envie, também, mensagem à Presidência da República destacando as razões para a sanção.

Conheça 12 razões para a presença da Psicologia no Sistema Educativo 

1 – A Psicologia possui conhecimentos sólidos e pesquisas relativas aos processos de ensino-aprendizagem.

2 – A Psicologia dispõe de conhecimentos para atuar nas relações escolares, de modo a promover relações de respeito e enfrentar a violência escolar.

3 – A educação básica de qualidade é um direito das crianças e jovens e a Psicologia pode colaborar para seu aperfeiçoamento.

4 – Os profissionais de Psicologia podem atuar junto a equipes multidisciplinares e junto à equipe escolar, apoiando o trabalho dos professores.

5 – A Psicologia na escola contribui para a elaboração de estratégias que garantam a boa aprendizagem para todos os alunos, em uma perspectiva inclusiva, considerando suas diferenças e dificuldades.

6 – O psicólogo pode atuar na formação dos professores em serviço, discutindo os problemas do cotidiano escolar e favorecendo a autonomia docente na solução dos problemas do dia a dia da escola.

7 – A Psicologia pode atuar no favorecimento da relação escola-família-comunidade.

8 – A atuação das equipes multidisciplinares, em que se insere o trabalho do psicólogo, está contemplada no Plano Nacional de Educação, nas Diretrizes para superação das desigualdades educacionais.

9 – A Psicologia pode contribuir para a efetivação do Art. 18-A do ECA, de modo a propiciar, aos vários responsáveis pela educação de crianças e adolescentes valores respeitosos, modos e técnicas de educação e cuidado cujos princípios compreendam-nos como sujeitos de direitos, sem o uso de castigos físicos e degradantes.

10 – A Psicologia pode contribuir, com os todos os agentes responsáveis pelo cuidado e proteção integral elencados na Constituição Federal, com o conhecimento científico biopsicossocial de crianças e adolescentes, de modo a garantir o pleno desenvolvimento deles, conforme Art. 53 do ECA.

11 – A Psicologia pode contribuir, como ciência e profissão, no atendimento educacional especializado destinado “aos educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, transversal a todos os níveis, etapas e modalidades, preferencialmente na rede regular de ensino, conforme ordem do ARt. 4º da Lei de Diretrizes e Bases (LDB).

12 – A Psicologia pode contribuir na oferta de formas alternativas de acesso ao ensino destinado a pessoas com níveis de escolarização diferente, conforme § 5º, Art. 5º da LDB.

Estudo aborda o suicídio policial no estado de São Paulo

A Ouvidoria da Polícia do Estado de São Paulo, em parceria com o Conselho Federal de Psicologia (CFP) e o Conselho Regional de Psicologia de São Paulo (CRP-06/SP), realizou um estudo intitulado “Uma análise crítica sobre suicídio policial”. Na manhã desta quarta-feira (25), a pesquisa foi apresentada na sede da Ouvidoria , com a presença do ouvidor das polícias do estado, Benedito Domingos Mariano, o presidente do CFP, Rogério Giannini, a presidente eleita do CRP-06/SP, Beatriz Brambilla.

O estudo apontou que entre 2017 e 2018 foram 78 casos de suicídio nas polícias civis e técnico científicas (22) e militares (56). As taxas de suicídio da Polícia Civil nesses dois anos foi, em média, de 30.3. Já as da Polícia Militar foi de 21.7.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), quando se atinge a marca de 10 suicídios por 100 mil habitantes, isso pode ser considerado uma situação endêmica. Esses números nas polícias de São Paulo nesses dois anos foi de 23.9 por 100 mil.

Para o presidente do CFP, Rogério Giannini, a pesquisa mostrou a necessidade de estreitar o diálogo entre os comandos das policiais, a sociedade e os agentes públicos para a superação desse problema.

“Eu acho importante para a sociedade uma polícia melhor e está pesquisa colabora com uma ideia da necessidade de humanização da polícia. A gente espera que essa pesquisa tenha o efeito de criar nos comandos, na sociedade, nos gestores públicos essa ideia de que a gente pode criar uma polícia melhor e mais humanizada”, afirmou.

Para Benedito Domingos, Ouvidor das Polícias, esses resultados são complexos, mas mostram uma realidade em que as instituições não investem o que deveriam na preservação da saúde mental do efetivo. Além disso, as(os) policiais ainda olham a questão da saúde mental com muito preconceito.

“As instituições precisam entender o apoio à saúde mental dos policiais não como custo, mas como um investimento no trabalho policial. Não adianta dar viatura, armamento, uniforme para os policiais e não cuidar da saúde mental do efetivo. Quando os programas de saúde mental deixarem de ser exceção e fazerem parte da vida policial, não tenho dúvidas que vai diminuir o preconceito em relação essa questão e o suicídio porque vai ter mais suporte institucional”, disse.

A pesquisa foi a primeira desse tipo feita com esse enfoque e apontou que o suicídio é a principal causa de mortes entre policiais civis no estado e a segunda maior entre policiais militares, só estando atrás de homicídio no horário de folga.

Apesar de fatores como stress, baixos salários e pressão institucional poderem levar essas(es) profissionais a por fim em suas vidas, a presidente eleita do CRP-SP, Beatriz Brambilla, diz que é preciso levar em conta esses fatores em conjunto, para entender melhor como combater esse problema.

“A gente não pode entender que é uma única dimensão que produz essa decisão. A ideia do multicausal é entender o problema na totalidade. Então essa pessoa que está em sofrimento não está por causa de algo interno, que ela tem uma fragilidade ou uma inadaptação. A gente tem que compreender que as questões são do sujeito, mas são questões sociais. Nenhuma causa em separada se explica por aí só”, encerrou.

Conheça as deliberações do 10º Congresso Nacional da Psicologia

O Conselho Federal de Psicologia (CFP) torna público o caderno com as deliberações finais do 10º Congresso Nacional da Psicologia (CNP). O Caderno de Deliberações do 10º CNP é o resultado de todo o processo de trabalho do congresso e servirá como diretriz para elaboração dos planos do trabalho e orçamentário das gestões dos Plenários dos Conselhos Regionais e do Conselho Federal de Psicologia para o triênio 2020-2022.

O CNP é a instância máxima de deliberação do Sistema Conselhos de Psicologia. Ele ocorre a cada três anos e é fruto de um amplo processo democrático, em que todas(os) as(os) psicólogas(os) podem contribuir para o projeto coletivo da profissão. Este ano, o tema do congresso foi “O (im)pertinente compromisso social da Psicologia na resistência ao Estado de exceção e nas redes de relações políticas, econômicas, sociais e culturais”.

Mais de 23 mil psicólogas(os) participaram de todo processo desta 10ª edição do CNP, que contou com a realização de 982 eventos preparatórios, 280 pré-Congressos Regionais (Pré-Coreps) e 23 Congressos Regionais (Coreps).

Todo o trabalho de organização das propostas do caderno foi feito a partir de um sistema informatizado, inteiramente desenvolvido pelo CFP, que foi utilizado nos Coreps e durante o 10º Congresso Nacional de Psicologia. O objetivo principal foi dar transparência a todo o processo, sendo possível rastrear as propostas aprovadas no CNP, desde a origem da proposta até a etapa final.

Durante o CNP, todas as propostas foram debatidas nos grupos de trabalho, baseadas nas proposições advindas dos 23 Congressos Regionais, e depois encaminhadas para apreciação do plenário do CNP. Ao todo, foram nove grupos, sendo três por Eixo: Eixo 1 Organização democrática e representativa do Sistema Conselhos; Eixo 2 O diálogo da Psicologia com a sociedade brasileira e suas relações com a democracia e direitos humanos; Eixo 3 Do Exercício Profissional.

Câmara Federal lança Frente Parlamentar de Apoio aos Conselhos Profissionais de Classe

Foi lançada nesta quarta-feira (28), na Câmara dos Deputados, a Frente Parlamentar de Apoio aos Conselhos Profissionais de Classe. O objetivo do colegiado é barrar a Proposta de Emenda à Constituição – PEC 108/2019 e debater o papel dos Conselhos Profissionais de Classe. O Conselho Federal de Psicologia (CFP) participou do lançamento e fará parte do conselho consultivo da Frente, que reúne Conselhos Profissionais e mais de 200 parlamentares de todos os partidos.

Além do CFP, diversos Conselhos Regionais de Psicologia (CRPs) participaram do ato de lançamento da Frente, no Auditório Nereu Ramos.

A PEC 108, enviada ao Congresso pelo governo federal em 9 de julho, pretende acabar com a obrigatoriedade de inscrição de profissionais nos conselhos de classe. O Projeto também transforma a natureza jurídica das entidades, que deixariam de ser públicas e passariam a ser privadas.

O colegiado será coordenado pelo deputado Rogério Correia (PT-MG). Segundo o deputado, a Frente será um Fórum permanente de debates e conta com a participação de 200 deputadas(os) de todos os partidos. “Esse é um desmanche do papel do Estado e não apenas dos Conselhos Profissionais. A PEC como está posta levará à extinção dos Conselhos”.

A conselheira do CFP, Ana Sandra Fernandes, participou do lançamento e, em sua fala, reforçou a importância dos Conselhos Profissionais no sentido de orientar e regulamentar o exercício profissional.

“Prestamos serviços à sociedade que são inestimáveis. Pela nossa natureza, são nossas funções fundantes regulamentar, fiscalizar e orientar o exercício profissional. Ao regulamentar, dizemos ao profissional e à sociedade quais são as práticas que são legítimas em cada profissão. Ao fiscalizar, zelamos, ativa e cotidianamente, para que o exercício profissional seja feito de forma a honrar a nossa formação. Ao orientar, nos colocamos como fonte permanente de produção de boas práticas, capacitação e valorização contínua das e dos profissionais”, apontou.

Ao finalizar sua fala, a conselheira colocou o CFP à disposição para construir junto com a Frente. “Esperamos que a Frente Parlamentar seja capaz de produzir esses diálogos em ricos debates, audiências e seminários. Estaremos a postos para contribuir”, afirmou.

Após o evento, a Frente seguiu para uma reunião com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ). A ideia do encontro foi apresentar os prejuízos que podem ser gerados com a PEC 108/2019. Também foi tirado como encaminhamento a realização de audiências públicas para debater o tema.

Nota de pesar – Francisco Mário Pereira Mendes

É com pesar que o Conselho Federal de Psicologia (CFP) comunica à categoria o falecimento do psicólogo Francisco Mário Pereira Mendes, na manhã deste sábado (24).

Francisco, conhecido como Chico, era psicoterapeuta, professor e supervisor no curso de Psicologia da Universidade Tuiuti do Paraná e atual conselheiro do Conselho Regional de Psicologia do Paraná (CRP-08/PR), tendo exercido o cargo de tesoureiro entre 2016 e 2019. Foi um dos fundadores do Instituto de Gestalt-Terapia do Paraná.

O CFP se solidária com os familiares e amigas(os) de Chico, assim como com as(os) demais conselheiras(os) e funcionárias(os) do CRP-PR.

Com informações do CRP-PR

Comunicado sobre expediente no CFP

O Conselho Federal de Psicologia (CFP) informa que não haverá expediente nesta quinta-feira (20) e sexta-feira (21), devido ao feriado de Corpus Christi.

O CFP retoma seu expediente normal na próxima segunda-feira (24).

As psicólogas e psicólogos que desejarem encaminhar alguma dúvida, sugestão ou reclamação durante o período, podem fazê-lo através do nosso site, na seção “Fale Conosco”.

Em tempo, o horário de funcionamento do CFP é de segunda a sexta, sempre das 9h às 19h.

Crepop lança consulta pública sobre atenção básica à saúde

O Conselho Federal de Psicologia (CFP), por meio do Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas (CREPOP), abriu consulta pública na última quarta-feira (28) às(aos) psicólogas(os) para a futura publicação “Referências Técnicas para Atuação de Psicólogas(os) na Atenção Básica à Saúde”.

O documento já está disponível aqui e poderá receber contribuições até o dia 29 de junho por meio do formulário: http://bit.ly/crepopconsulta

A consulta pública é uma das etapas da metodologia do CREPOP antes do lançamento de uma referência. A ideia dessa fase é que psicólogas(os) possam fazer contribuições ao documento final, tornando o processo de elaboração da referência mais democrático e participativo. Saiba mais sobre o processo de elaboração de referências do CREPOP aqui e aqui.

Passo a passo para a consulta pública

Para participar da consulta pública, a(o) psicóloga(o) precisa seguir as orientações: Após baixar o documento, ler a versão preliminar do texto destinado à consulta pública. Acessar o link do formulário no Google Forms (http://bit.ly/crepopconsulta), fazer suas contribuições ao documento no formulário, considerando cada eixo que organiza a Referência Técnica.

A consulta pública ficará no ar por 30 dias – de 29/05/19 à 29/06/19. Após o término do prazo, todas as contribuições ao texto preliminar serão enviadas à comissão de especialistas que trabalhará para a construção da versão final para publicação.

Acesse o texto preliminar para consulta pública

Conferência Livre mobiliza psicólogas(os) para a 16ª CNS

Mais de 80 pessoas participaram da Conferência Livre promovida pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP), sobre o tema “Retrocessos da “Nova” Política de Saúde Mental: Resistir e Avançar”. A etapa realizada pela autarquia precede a 16ª Conferência Nacional de Saúde (8+8), que será realizada entre os dias 4 e 7 de agosto, em Brasília.

A mesa de abertura da conferência foi composta pelo presidente do CFP, Rogério Giannini, pelo presidente do Conselho Nacional de Saúde, Fernando Piggato, o militante do movimento pró-saúde mental, Kleidson Oliveira, além da deputada federal Erika Kokay, que também é psicóloga e autora de projetos que versam sobre a temática.

O presidente do CFP, Rogério Giannini, destacou a importância da realização da 16ª CNS, entretanto, reforçou a necessidade de se convocar uma nova Conferência Nacional para tratar exclusivamente do tema da Saúde Mental, já que a mesma não ocorre há mais de 10 anos. “Precisamos aproveitar este momento que a gente tem que resistir, para resistir avançando, apresentando novidades e formulando avanços”, destacou.

Já o presidente do CNS destacou o envolvimento e o compromisso do CFP nas pautas referentes à saúde pública, especialmente, à Saúde Mental e ao fortalecimento do CNS . “Tem gente que se envolve, tem gente que se compromete, e isso faz uma diferença muito grande. Então o comprometimento do Conselho Federal não é de agora”, reforça Piggato.

Representando os usuários dos programas de Saúde Mental, Kleidson Oliveira, fez uma breve comparação de como era e de como está a luta dos usuários por um atendimento mais digno para a população, tendo em vista que recentemente, Centros de Atenção Psicossocial (Caps) tiveram um grande corte de recursos por parte do Governo Federal.

Após a abertura, ocorreu um painel para troca de experiências, com a participação da conselheira do CFP no CNS, Marisa Helena Alves, Ricardo Lugon, que é médico psiquiatra da infância e da adolescência e Leonardo Pinho, presidente do Conselho Nacional de Direitos Humanos.

Por fim, foram realizadas atividades em grupo, em que foram elencadas as propostas que serão sistematizadas e enviadas para serem incluídas na pauta da CNS.

Sobre a 16ª Conferência Nacional de Saúde

O tema da 16ª Conferência, organizada pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS) será “Democracia e Saúde”, com os eixos temáticos “Saúde como direito”, “Consolidação dos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS)” e “Financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS)”. O objetivo do evento é traçar, de forma democrática, as diretrizes para as políticas públicas de saúde no país.

Saiba mais sobre a 16ª Conferência Nacional de Saúde (8ª+8)

A verdade é revolucionária: Livro do CFP é tema de debate na URFJ

O livro do Sistema Conselhos de Psicologia “A verdade é revolucionária: testemunhos e memórias de psicólogos sobre a ditadura civil-militar brasileira (1964-1985)”, será tema de debate, nesta quarta-feira (22), promovido pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

A atividade na UFRJ, que acontecerá às 10h no Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH), contará com a participação do Conselho Federal de Psicologia (CFP), através do conselheiro Pedro Paulo Bicalho, que também é professor do Instituto de Psicologia da universidade e coordenador de Integração Acadêmica de Extensão do CFCH.

Além do conselheiro do CFP, estarão na mesa a representante do Instituto Sedes Sapientiae, Maria Auxiliadora Arantes; a professora da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Maria de Nazaré Tavares Zenaide; e a professora da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Angela Caniato.

O evento é parte da série “Quartas de verdade”, que integra a programação da curadoria “UFRJ 68+50 – Histórias, memórias e verdade”, e acontece a partir das 10h, no Auditório Professor Manoel Maurício de Albuquerque, localizado no andar térreo do prédio do CFCH.

O Livro

Lançado em novembro de 2013, o livro mostra depoimentos de psicólogas(os) que viveram no período da ditadura militar no Brasil e contam um pouco da realidade da época. A publicação foi produzida pelo Sistema Conselhos de Psicologia em conjunto com as respectivas Comissões de Direitos Humanos do CFP e dos Conselhos Regionais de Psicologia.

Serviço

Debate sobre o livro “A verdade é revolucionária: testemunhos e memórias de psicólogos sobre a ditadura civil-militar brasileira (1964-1985)”.
Dia: 22 de maio, quarta-feira.
Horário: 10 horas.
Local: Auditório Professor Manoel Maurício de Albuquerque (Avenida Pasteur, 250, fundos, Urca).
Aberto ao público.