O Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH) aprovou, dia 7 de dezembro, o relatório anual sobre violações de direitos das comunidades quilombolas e de outras populações. Durante a reunião, o conselheiro Paulo Maldos, integrante da CNDH, destacou as missões realizadas para averiguação de casos de violação de direitos humanos nos territórios quilombolas em Brejos dos Criolos (MG), em Alcântara (MA) e em Santarém (PA).
O relatório que identifica as principais violações de direitos humanos em comunidades quilombolas do Brasil e apresenta recomendações com propostas de ações para prevenção, defesa e reparação desses direitos violados. Esta é a essência do “Relatório final – Violações de direitos humanos das comunidades quilombolas no Brasil”, aprovado pelo #CNDH na última semana.
Produzido pelo Grupo de Trabalho Direitos dos Povos e Comunidades Quilombolas do CNDH, resulta de visitas in loco a três territórios #quilombolas do país, com o objetivo de verificar os fatores de violações de direitos humanos nas áreas e realizar reuniões com autoridades responsáveis pela titulação e pela garantia de políticas públicas no território: Brejo dos Crioulos (MG); Alcântara (MA) e Santarém (PA).
“Os casos relativos a esses territórios foram considerados emblemáticos porque representam uma diversidade de situações de violação de direitos comuns às comunidades quilombolas do país. Assim, as missões proporcionaram a elaboração de um quadro geral sobre a problemática e o embasamento para recomendações em nível nacional”, explica o documento.
Segundo o documento, os três casos revelam situações comuns de violação de direitos às comunidades quilombolas do país. “As missões mostraram um panorama sobre o problema e serviram para embasar as recomendações em âmbitos nacional, estadual e municipal.”
Para garantir o cumprimento dos direitos dessas comunidades, uma série de recomendações ao poder público foi apresentada, como adotar orçamento suficiente e adequado para garantia do direito de titulação dos territórios, condição básica para a segurança dessas comunidades, acesso às políticas públicas e construção de futuro dessas populações ética e culturalmente diferenciadas.
O “Encontro de Bauru: 30 anos de luta antimanicomial” começa nesta sexta-feira (8), na Universidade Sagrado Coração, em Bauru/SP. O Conselho Federal de Psicologia (CFP) estará presente nos dois dias do evento, integrado por rodas e conversa, programação cultural e ato público. Participam também integrantes dos movimentos organizados, pesquisadoras, estudantes e trabalhadoras da saúde mental.
Nesse sentido, o presidente do CFP, Rogério Giannini, explica a importância do encontro, frente aos retrocessos aplicados nas políticas de saúde mental. Giannini afirma que é preciso recusar o modelo da internação, manicomial e segregador. “Este é um momento difícil para o Brasil e para os trabalhadores da luta antimanicomial. Mas é a hora de reafirmarmos nossos princípios”, pontua.
Por uma sociedade sem manicômios
O Encontro de Bauru inaugura uma nova trajetória da Reforma Psiquiátrica brasileira. Em 1987, cerca de 350 trabalhadores de saúde mental ocuparam as ruas da cidade de Bauru/SP, empunhando cartazes pedindo por uma sociedade sem manicômios.
Em suma, essa foi a primeira manifestação pública organizada no Brasil pela extinção dos manicômios. Como resultado, na mesma oportunidade, foi publicado oManifesto de Bauru.
Em síntese, esse documento denunciava que o Estado, o qual gerencia os serviços de saúde mental é o mesmo que impõe e sustenta os mecanismos de exploração e de produção social da loucura e da violência.
Serviço
Encontro de Bauru: 30 anos de luta por uma sociedade sem manicômios
Data: 8 e 9 de dezembro
Locais: Rodas de Conversas: USC (Universidade do Sagrado Coração). R. Irmã Arminda, 10-50, Jardim Brasil, Bauru, SP.
Programação Cultural: Parque Vitória Régia. Av. Nações Unidas, 25-25, Jardim Brasil, Bauru, SP.
Ato público: Praça Rui Barbosa. Centro, Bauru, SP.
O Conselho Federal de Psicologia (CFP) divulgou o resultado final do Edital de Chamada Pública CFP n° 002/2017. A lista contém nomes de eventos (com códigos de identificação) para os quais serão concedidos auxílio financeiro, no formato de passagem aérea e/ou hospedagem, em território nacional.
Diante dos desafios do cenário político e econômico brasileiro, o Conselho Federal de Psicologia (CFP) realiza, dia 30 de novembro, em Brasília, o IX Seminário de Psicologia e Políticas Públicas. O tema do evento, “Psicologia na Defesa das Políticas Públicas”, busca mobilizar a categoria para construir uma agenda de enfrentamento e manutenção das políticas públicas.
O IX Seminário de Psicologia e Políticas Públicas – “Psicologia na defesa das políticas públicas” ocorre das 9h às 12h, e será transmitido ao vivo pelo site do CFP www.cfp.or.br. Você pode participar, em tempo real, enviando perguntas para o e-mail comunica@cfp.org.br.
Além do evento nacional, o seminário contará com mais cinco etapas regionais, de forma a descentralizar o debate (confira a programação).
Para a conselheira Clarissa Guedes, coordenadora do Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas (Crepop), a expectativa é realizar uma boa análise da conjuntura atual de desmonte de políticas públicas, de forma a permitir a construção de estratégias coletivas de enfrentamento a partir da Psicologia.
Clarissa Guedes explica que como o seminário é de abrangência nacional, e servirá como catalisador dos regionais, o evento vai possibilitar a participação de profissionais, estudantes e movimentos sociais de todo o país, permitindo que possam ser feitas questões, sugestões e comentários. “A transmissão vai permitir que profissionais assistam ao evento de seus locais de trabalho, junto com seus pares, e produzam reflexões e ações a partir dele”.
A coordenadora do Crepop aponta ainda que, a partir das análises e reflexões do seminário nacional, os eventos regionais poderão construir estratégias mais específicas para o tema e a região, além da possibilidade de divulgar e mobilizar a categoria e a sociedade para participar dos eventos em suas regiões.
O conselheiro Paulo Maldos, um dos participantes do Seminário Nacional de Psicologia e Políticas Públicas, vai tratar da conjuntura política no Brasil. Segundo ele, essa temática incide diretamente sobre as políticas públicas, pois retrata a correlação de forças na sociedade e no Estado em um momento histórico concreto. “As políticas públicas são um reflexo dessa correlação de forças, do quanto os setores populares conseguiram avançar ou não na conquista, promoção e defesa de seus direitos sociais. Ou seja, como na conjuntura atual, vivemos um momento de correlação de forças negativa para os setores populares, quando as elites avançam na desconstrução de direitos sociais e das politicas públicas que os garantem.”
Para Maldos, a Psicologia é fundamental para compreender esse processo e identificar o momento em que vivemos, para podermos lutar na preservação e fortalecimento das políticas públicas, onde elas são mais necessárias, a fim de garantir os direitos dos setores mais vulneráveis da sociedade brasileira.
Conheça os participantes do do IX Seminário Nacional de Psicologia e Políticas Públicas:
Paulo Maldos – Conselheiro do CFP; membro da Comissão Nacional de Direitos Humanos/CFP; ex-secretário nacional de Articulação Social da Secretaria-Geral da Presidência da República; ex-diretor do Instituto Sedes Sapientiae e ex-Coordenador do Centro de Educação Popular da mesma entidade.
Isabel Fernandes – Psicóloga formada pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN); doutora em Psicologia Clínica pela Universidade de São Paulo (USP). Professora associada da UFRN e coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Psicologia. Foi integrante da diretoria da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Psicologia (Anpepp) gestão 2010-2012. Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Psicologia Social. Atua com Teoria Social Marxiana, políticas sociais, políticas da saúde e assistência social, formação e atuação de psicólogos.
Emiliano de Camargo David – Mestrando em Psicologia Social na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), com projeto sobre saúde mental e dimensão étnico-racial. Especialista Psicopatologia e Saúde Pública pela USP. Colaborador do Conselho Regional de Psicologia 06, integrando o grupo de trabalho sobre Psicologia e relações raciais. Temas de interesse são: Psicologia Social, Psicanálise, Psicologia e relações étnico raciais, saúde mental, reforma psiquiátrica, saúde pública e Centro de Atenção Psicossocial (Caps).
Confira a programação das etapas regionais do Seminário de Psicologia e Políticas Públicas:
Data
Etapa
Local
Tema
5 e 6/4/2018
Norte
CRP-10
Belém/PA
Condições de trabalho: desmonte das políticas públicas como ameaça às condições de trabalho de psicólogas e psicólogos
7 e 8/6/2018
Sudeste
CRP-04
Belo Horizonte/MG
Psicologia, políticas públicas e movimentos sociais
14 e 15/6/2018
Nordeste
CRP-21
Teresina/PI
Previdência e subjetividade em contextos de desmonte de direitos
27 e 28/6/2018
Sul
CRP-07
Porto Alegre
Psicologia, educação e laicidade: enfrentamento ao conservadorismo
O Conselho Federal de Psicologia (CFP) vai abrir consulta, via Conselhos Regionais de Psicologia, para elaborar proposta de resolução com normas de atuação para psicólogas (os) em relação ao atendimento a mulheres em situação de violência. A conselheira Clarissa Guedes, do CFP, explica que o objetivo é ampliar o debate para construir a norma. “É essencial discutir o tema com a categoria e a sociedade”.
A minuta de resolução será analisada na Assembleia de Políticas, da Administração e das Finanças do Sistema Conselhos de Psicologia (Apaf) de maio de 2018.
O CFP atua em quatro espaços de proteção dos direitos da mulher: na Comissão Intersetorial de Saúde da Mulher (Cismu); no Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM); e no Grupo de Estudos sobre o Aborto (GEA). Além disso, o CFP assinou, em agosto deste ano, o “Alerta Feminista”, em favor dos direitos das mulheres para a legalização do aborto. O documento, iniciativa da Frente Nacional contra a Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto, foi criado para reforçar a luta do movimento feminista diante do atual cenário político.
Nos dias 8 e 9 de dezembro, acontecerá o Encontro de Bauru: 30 anos de luta por uma sociedade sem manicômios, na Universidade Sagrado Coração, em Bauru-SP. Mais uma vez, o encontro contará com a participação do Conselho Federal de Psicologia (CFP), movimentos organizados, sociedade acadêmica e dos trabalhadores da saúde mental.
Serão dois dias de evento, em que acontecerão rodas de conversa, programação cultural e ato público (confira abaixo a programação provisória). As delegações que quiserem participar poderão se inscrever enviando um e-mail para 30anosdeluta@gmail.com. Para mais informações sobre participação na Feira Solidária, alojamento e alimentação, confira abaixo, em Serviço.
A sociedade brasileira está vivendo um momento de diversos retrocessos nas políticas públicas, particularmente na luta da política de saúde mental. Com isso, é fundamental a presença e todas e todos, unidos em Bauru, reafirmando os compromissos da luta antimanicomial de uma saúde mental e cidadania fora do modelo atual ou recusando o modelo da internação, o modelo manicomial do segregador.
Ato público: Praça Rui Barbosa: Centro, Bauru – SP
INSCRIÇÕES
As inscrições poderão ser feitas, de forma gratuita, até o dia 1 de dezembro de 2017 pelo link http://www2.pol.org.br/inscricoesonline/bauru/2017. As vagas são limitadas.
PROGRAMAÇÃO PROVISÓRIA (POR DIA):
8/12
Manhã
Abertura do Encontro de Bauru (USC)
Tarde
Rodas de conversa
Caravana de Direitos Humanos (Defensoria Pública)
Noite
Ato público na cidade (Praça Rui Barbosa)
9/12
Manhã
Rodas de conversa (USC)
Tarde
Plenária final
Noite
Programação cultural: Parque Vitória Régia
Todos os dias
Feira de Economia Solidária
Prêmio Arthur Bispo
ORIENTAÇÕES GERAIS PARA AS RODAS DE CONVERSA
Todas as rodas de conversa têm como proposta discutir balanço, desafios e estratégias de luta e resistência na perspectiva de construção de propostas para a Plenária Final do Encontro de Bauru. Com isso, teremos 56 rodas de conversa, sendo 4 rodas de cada um dos 14 temas: 2 rodas na tarde de sexta-feira (08/12) e 2, no sábado pela manhã (09/12).
A ideia da roda de conversa é que a palavra possa circular, para que possamos realizar um balanço dos temas, a construção de perspectivas e estratégias de ações para que sejam levadas para a plenária.
Cada roda de conversa terá 3 moderadores, responsáveis por fazer a palavra circular, organizar a discussão, fazer as inscrições e combinar os tempos de fala para que seja garantida a participação de todas as pessoas. Cada roda terá ainda 2 relatores responsáveis pelo registro de assuntos discutidos e encaminhamentos, além de que será ainda escolhido um terceiro relator no grupo para contribuir com a sistematização.
As pessoas que assumirem o compromisso com a organização das rodas de conversa (tanto moderadores quanto relatores) participarão dos dois dias das rodas de conversa sobre o mesmo tema, sendo uma na sexta-feira e uma no sábado para que seja dada continuidade às discussões do dia anterior. Além disso, ao final da segunda roda (do sábado) os dois grupos que participaram das duas rodas (uma em cada dia, totalizando 4 rodas do mesmo tema) devem se encontrar para sistematizar os trabalhos a fim de serem apresentados de forma organizada na plenária.
Interessados, que queriam colaborar com essa mediação e relatoria das rodas de conversa, devem enviar as sugestões de nomes para pedrohmarinho@yahoo.com.br até o dia 01 de dezembro.
Encaminhar nome completo, e-mail, telefone e apontando se a sugestão é para moderação ou relatoria.
A seguir seguem os temas das rodas de conversa com uma breve descrição de suas ementas.
Participe!
Saudações Antimanicomiais!
Por uma Sociedade sem Manicômios!
Confira os temas das rodas de conversa:
TEMA 1: Cuidado em liberdade: a RAPS que queremos
– Reafirmando a defesa radical do cuidado em liberdade, vamos dialogar sobre diferentes serviços da RAPS e o que queremos para eles.
TEMA 2: Por uma reforma psiquiátrica antimanicomial: desafios e impasses para os
movimentos sociais – Vamos analisar a conjuntura e a situação atual da reforma psiquiátrica antimanicomial e dos movimentos sociais no país e nos estados e buscar caminhos para construir uma agenda ampliada.
TEMA 3: Trabalho em saúde e enfrentamento da precarização
– Discutiremos sobre a situação atual dos processos de trabalho, considerando as terceirizações e as parcerias com entidades da sociedade civil, entre outros elementos.
TEMA 4: Contra a maré: velhos e novos problemas da institucionalização
– Vamos buscar reconhecer, refletir e debater sobre os modos de institucionalização que ainda se mantém, como os manicômios, e sobre as novas formas de institucionalização, como as comunidades terapêuticas, nos diferentes estados, propondo formas de resistência.
TEMA 5: Justiça e garantia de direitos
– A partir da discussão sobre o que é justiça e do cenário de violação de direitos, a proposta é problematizarmos situações diversas, incluindo a da pessoa com experiência de sofrimento psíquico em conflito com a lei.
TEMA 6: Loucos como sujeitos de direitos
– Considerando a histórica bandeira da luta antimanicomial pelo reconhecimento do louco como sujeito de direitos, vamos dialogar sobre importantes direitos, como o direito à vida direitos.
TEMA 7: Comunicação e cultura
– Vamos refletir e dialogar sobre o imaginário social e sobre as coberturas das mídias, a grande mídia e as alternativas, em relação à temas da saúde mental, e também construir estratégias para divulgação de experiências de usuários e familiares nos serviços substitutivos.
TEMA 8: Infância e juventude
– Dentre os temas que iremos discutir, estão as questões da estigmatização, da medicalização, das internações em instituições manicomiais. Além disso, vamos conversar sobre como fomentar protagonismo, como defender o ECA e como pensar em ações intersetoriais.
TEMA 9: Álcool e outras drogas
– Vamos debater sobre temas importantes as consequências de uma guerra às drogas para a sociedade, a violência das internações compulsórias e outras ações públicas. Também iremos dialogar sobre o antiproibicionismo, as estratégias de cuidado de baixa exigência, a redução de danos, dentre outros.
TEMA 10: Políticas públicas em tempos de desmonte dos direitos sociais
– Em tempos de retrocesso e de desmonte das políticas públicas e direitos sociais, vamos buscar fazer uma análise sobre os impactos atuais.
TEMA 11: O direito à diferença: a luta contra as opressões – Vamos conversar sobre as situações de violação de direitos e violências cotidianas vividas por mulheres, população LGBT, negros, povos indígenas, e tantos outros. E vamos debater sobre como podemos trabalhar para construir uma sociedade em que as diferenças possam
conviver.
TEMA 12: O direito a cidade: Luta Antimanicomial e intersetorialidade
– Queremos defender e buscar garantir o direito a habitação, a mobilidade, a cultura e a tantos outros direitos. Construir uma reforma psiquiátrica antimanicomial passa pelo diálogo com a rede intersetorial.
TEMA 13: Geração de trabalho e renda e Economia Solidária
– Vamos reafirmar o direito ao trabalho e discutir o fortalecimento das iniciativas de geração de trabalho e renda na perspectiva da Economia Solidária para os usuários e familiares dos serviços substitutivos.
TEMA 14: Medicalização da sociedade
– A patologização da vida e a prescrição e uso indiscriminado de medicações é um problema atual. Vamos debater sobre isso e construir reflexões e formas de resistência frente a isso.
Envie para o e-mail 30anosdeluta@gmail.com a inscrição de seu grupo, informando QUANTIDADE DE PESSOAS, FORMA DE TRANSPORTE (ônibus, van, micro-ônibus), CIDADE E ESTADO DE ORIGEM, DATA DE CHEGADA e UM CONTATO RESPONSÁVEL (com nome e telefone).
ATENÇÃO: O alojamento e a alimentação (café da manhã, almoço e jantar) serão garantidos apenas para as delegações (usuários, familiares e técnicos acompanhantes), sendo garantido um lanche da tarde para todos os participantes do evento, bem como material de credenciamento (pasta, bloco, caneta).
INFORMAÇÕES SOBRE O ALOJAMENTO
1) Serão aceitas apenas as reservas para o bloco fechado para os dois dias de evento.
2) A entrada no alojamento poderá se dar a partir das 14h do dia 07 de dezembro de 2017 e a saída deverá ser até às 10h do dia 10 de dezembro de 2017.
3) O local dispõe de chuveiros para banho, serviço de limpeza e água potável.
4) É necessário trazer além de pertences pessoais, roupa de cama, banho e repelente.
5) No local e nas proximidades não possui mercado e/ou área comercial, pois se trata de uma área rural.
6) Haverá ônibus disponíveis em determinados horários que farão o transporte gratuito dos participantes até o local do evento.
7) As reservas serão por ordem de solicitação.
8) As vagas são limitadas ao número de 700 pessoas.
9) Grupos de usuários podem ser acompanhados por técnico(s) responsável(s).
10) O alojamento é único e coletivo.
11) Algumas pessoas dormirão em camas (beliches) com colchão, outras em colchões no chão.
12) Não haverá custos para os usuários, familiares e técnicos acompanhantes (técnicos acompanhantes são aqueles que poderão acompanhar usuários, ou seja, as regras não se aplicam a todos os técnicos).
INFORMAÇÕES SOBRE A ALIMENTAÇÃO
1) As alimentações principais (café da manhã, almoço e jantar) serão fornecidas APENAS para as delegações (usuários, familiares e técnicos acompanhantes).
2) Cada pessoa receberá um ticket que dá direito às alimentações.
3) Os cafés da manhã ocorrerão no alojamento.
4) O jantar do dia 07/12/2017 será fornecido no alojamento.
5) Os almoços e jantares dos dias 8 e 9/12 serão fornecidos todos na Universidade do Sagrado Coração (local onde ocorrerá o encontro).
6) Cada pessoa terá direito apenas a um prato feito com suco e sobremesa.
7) Não haverá custos para os usuários, familiares e técnicos acompanhantes.
8) As refeições (café da manhã, almoço e jantar) serão divididas por turnos de horários (400 pessoas por vez).
9) Haverá lanche à tarde para todos os participantes do evento.
FEIRA DE ECONOMIA SOLIDÁRIA
Estão abertas as inscrições de 07/11/2017 a 19/11/2017 (até às 23h59) para a Feira de Economia Solidária que ocorrerá no Encontro de Bauru: 30 Anos de Luta!
Orientações:
O Encontro Nacional 30 Anos da Carta de Bauru, será realizado dia 08 e 09 de Dezembro, na cidade de Bauru, na Universidade Sagrado Coração.
A montagem das mesas será realizada no período da manhã do dia 08/12/2017.
Não poderá ser comercializado produtos alimentícios produzidos na hora, apenas produtos que já estejam prontos e devidamente embalados.
A confirmação da inscrição será realizada na semana do dia 20 de novembro, apenas pelo e-mail informado no formulário.
Caso exceda o número de inscritos, iremos considerar dois aspectos para a seleção:
Diversidade de cidades e regiões do país;
Diversidade de tipos de produtos.
AS INSCRIÇÕES PARA A FEIRA DE ECONOMIA SOLIDÁRIA SERÃO REALIZADAS APENAS PARA GARANTIR O ESPAÇO PARA A COMERCIALIZAÇÃO DOS PRODUTOS. ELA NÃO ESTÁ ASSOCIADA COM ALIMENTAÇÃO E HOSPEDAGEM.
O Conselho Federal de Psicologia (CFP) convida, via edital de chamada pública 02/2017, os/as interessados/as a apresentarem propostas para obtenção de apoio para promoção de eventos técnicos ou científicos entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2018. As inscrições poderão ser feitas até a próxima terça-feira, 7 de novembro, no site www2.cfp.org.br/editalevento/2018.
O edital foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) no dia 6 de outubro, com o objetivo de apoiar eventos com foco nas diretrizes aprovadas que compõem os eixos temáticos do IX Congresso Nacional de Psicologia (IX CNP) para desenvolver e valorizar a Psicologia e a categoria profissional e dar visibilidade à sociedade acerca da relevância da ciência e das atividades técnico-profissionais da área.
O edital, que segue as normas da Lei 8.666/93, vai destinar R$ 300 mil para pagamento de passagens aéreas e hospedagens em território nacional. Para mais detalhes, leia o edital de chamada pública CFP 02/2017.
Prazos
Antes de enviar a proposta, o interessado deverá se cadastrar no site www2.cfp.org.br/editalevento/2018. O prazo para submissão dos projetos é entre 10h de 9 de outubro de 2017 e 23h59 de 7 de novembro de 2017, observado o horário oficial de Brasília (DF).
“Democracia participativa, Estado e laicidade: Psicologia Social e enfrentamentos em tempos de exceção” é o tema do 19º Encontro Nacional da Associação Brasileira de Psicologia Social (Abrapso), que começa nesta quarta-feira (1), em Uberlândia (MG). Pesquisadoras(es), profissionais, professoras(es) e estudantes, reunidos na Universidade Federal de Uberlândia até sábado (4), vão debater a atuação da Psicologia Social e áreas afins no atual contexto político.
Oficinas, minicursos, simpósios e rodas de conversa, organizados em 13 eixos temáticos, estão programados. Os temas são amplos: de políticas públicas, direitos sociais e práticas de emancipação em contextos neoliberais a ética, violências e justiça em tempos de retrocessos mundial e nacional dos direitos humanos. Veja a programação completa da Abrapso 2017.
Durante o encontro da Abrapso, o Conselho Federal de Psicologia (CFP) também vai promover várias atividades com as presenças de conselheiros, membros da Comissão de Psicologia na Assistência Social (Conpas), da Comissão de Direitos Humanos (CDH), da Secretaria de Orientação e Ética (SOE) e da Campanha em Defesa da Resolução 01/99.
O Conselho Regional de Psicologia de Minas Gerais (CRP-04) recebeu, nos dias 20 e 21 de outubro, o presidente do Conselho Federal de Psicologia (CFP), Rogério Giannini, a vice-presidente, Ana Sandra Fernandes, a conselheira-tesoureira, Norma Cosmo, e o conselheiro-secretário, Pedro Paulo Bicalho.
Para a presidenta do CRP-MG, Dalcira Ferrão, a reunião reafirma a parceria entre as instituições e alinha os campos de atuação conjunta.
A Resolução CFP 01/99, que regulamenta a atuação de psicólogas e psicólogos em relação à orientação sexual, comunidades terapêuticas e outras temas dos Direitos Humanos foram temas da pauta de discussões entre as entidades.
Neste ano, a diretoria do CFP já esteve nos CRPs do Ceará, da Paraíba, de Alagoas, de Pernambuco, do Espírito Santo, do Rio de Janeiro, de São Paulo, do Mato Grosso do Sul, de Tocantins e do Rio Grande do Norte. O objetivo das visitas é aproximar as instituições, conhecer as realidades locais e ajustar diretrizes de âmbito nacional.
Os plenários dos Conselhos Regionais de Psicologia são eleitos para mandatos de três anos. Nesse período, a cada ano, a diretoria pode ser reconduzida ou renovada, conforme escolha entre os membros do plenário, de acordo com o Capítulo III, Arts. 7º (Parágrafo único) e 8º da Lei nº 5.766, de 20 de dezembro de 1971.
Setembro é o limite estipulado pelo Capítulo VII, §2, Art. 41º da Resolução 26/2001 para que os Conselhos Regionais definam a continuidade ou a renovação de suas diretorias.
O Conselho Federal de Psicologia (CFP) deseja sucesso a todas e todos integrantes das diretorias dos Conselhos Regionais de Psicologia (CRP).
Conheça as diretorias dos CRPs (sofreram alterações os CRPs 01, 04, 06, 09, 12, 14, 15, 20 e 23) no site do CFP.